Peter Frye , um típico garoto norte-americano, perde os pais quando eles são pegos por uma blitz, em Londres. Ninguém diz a ele que seus pais morreram e que agora ele é um órfão. E assim, sem ele próprio saber o porquê, vai sendo despachado da casa de um parente para o outro - todos igualmente egoístas e nenhum interessado em ajudá-lo. Peter acaba indo parar na casa de Gramp , o mais gentil dos seus anfitriões. Peter e Gramp parecem se dar bem, mas na manhã seguinte em que é avisado que seus pais morreram, o cabelo de Peter, subitamente, adquire a cor verde. As reações absurdas das pessoas que o cercam fazem com que O Menino dos Cabelos Verdes se torne uma parábola. Alguns críticos consideram esse trabalho como sendo diferente de tudo feito no cinema americano, até então. Vítima de perseguições políticas no episódio conhecido como Caça às Bruxas, comandado pelo senador Joseph McCarthy nos anos 1950, o diretor Joseph Losey realizou grande parte da sua obra na Inglaterra e realizou clássicos como Estranho Acidente, O Criado e O Mensageiro, entre outros 40 filmes.
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Muito boa a estréia de Joseph Losey na condução diretiva, assim como, a interpretação cativante do menino Dean Stockwell. Nesta fábula cheia de lições, menino têm pais desaparecidos e ninguém diz que ele ficou órfão. Quando se encontra na casa de um bandido homem descobre que seus pais morrem e surpreendente seus cabelos mudam de cor ficando verdes. O filme em si é uma bela parábola sobre o abandono, preconceito ao que é tido como diferente, crítica as instituições sociais, em particular a Família, O Estado e a Politica. Não à-toa este filme foi vítima de perseguições políticas no tempo da "Caça as Bruxas". Um filme notável e bastante curioso. Vale muito a pena descobrir esta pérola antiga.
Um dos primeiros trabalhos do Joseph Losey, com uma história sobre preconceito com uma pegada mais simples, mas bacana. Destaque para o bonito visual e para a atuação mirim do Dean Stockwell. Merece ser conhecido!
Traz uma certa curiosidade no início,ainda mais por ser um filme dos anos 40,mas é uma ficção datada e com poucos recursos e uma trama deprimente depois de alguns minutos.
-12 de Julho de 2022
-Dou nota 5/10
Só assiti porque é citado na série "Faz de conta que NY é uma cidade". E amei!
Parece aqueles livros infantis de contos, aqui sobre o preconceito por um motivo tão estúpido por alguém ter cabelos verdes, como disse o poeta; o preconceito é uma burrice coletiva sem explicação! Curiosamente é o primeiro filme do Dean Stockwell como protagonista!