O Mestre e o Divino

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O Mestre e o Divino (2013)
O Mestre e o Divino
Média do filme: 3.6 de 5 — baseado em 46 votos
MÉDIAFILMOW
3.6
46 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Tiago Campos
País de origem Brasil 🇧🇷
Duração 85 min (1h25)

Dirigido por

Duração

85 minutos
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Sinopse

"Dois cineastas retratam a vida na aldeia e na missão de Sangradouro, Mato Grosso: Adalbert Heide, um excêntrico missionário alemão, que, logo após o contato com os índios, em 1957, começa a filmar com sua câmera Super-8, e Divino Tserewahu, jovem cineasta Xavante, que produz filmes para a televisão e festivais de cinema desde os anos 90. Entre cumplicidade, competição, ironia e emoção, eles dão vida a seus registros históricos, revelando bastidores bem peculiares da catequização indígena no Brasil."

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Marília Mendonça: Sentimento Louco | Trailer

Marília Mendonça: Sentimento Louco

Comentários 0
amigos querem ver
matheusleg
Suetham
7 anos atrás

Esse Divino é gente boa demais mano hahahaha q filme lindo e gostoso de ver

editado
pedrus
Pedrus S. Paz
11 anos atrás

O “Mestre y o Divino”, o documentarista Thiago Campos nos arrebata aos poucos ao ponto onde quer chegar, aquela maneira bem Eduardo Coutinho, de não se fazer presente nas cenas mas, todos sabemos que sem o documentarista não estaríamos, assistindo as coisas daquela maneira, entramos no universo da aldeia xavante e depois no universo da relação entre Adalberth Heide e o nosso Winnetou xavante. O Divino Tserewahú Tsereptsé, uma disputa amigável que apenas nos e o cinema documental temos a ganhar.

O missionário Adalberth um desses senhores que trás o melhor das grandes missões da igreja Católica, um alemão que se tornou índio, ao chegar ao Mato Grosso ainda na década de 50 em processo evangelizador que se concretizou nos cinquenta anos da sua nova morada, o cristianismo não ficou porém a sétima arte faz parte do dia a dia dos índios Xavantes.

Adalberth fez um papel não somente de documentarista etnografico ao relatar os ritos de passagem e as mudanças enfrentadas pelos índios em um processo de modernização também fez um papel de sociologo, antropologo, linguista e agricultor ao ensinar os índios um alfabeto criador por ele da própria língua xavante e ensinar tecnicas modernas de agricultura, este não é o ponto do documentário, o ponto do documentário é a relação entre o Mestre Adalberth e o nosso querido aprendiz.

Divino é o bom selvagem descrito pelo Jacques Rosseaau, nosso heroico Perí do enquadramento faz um cinema diferente do seu mestre. Teve pimeiro filme “Obrigado Irmão” ( 1998) premiadissimo e comentado pela crítica nacional, não parou mais e logo em seguida “Xavante – A Iniciação” (1999), “Wai’a Rini – O Poder do Sonho” (2001),”Dariditze – Aprendiz de Curador” (2003) e vários outros, uma filmográfia vasta, o Divino Tserewahú Tsereptsé também é sobrinho do Cacique Juruna e conta ilustre participação no programa da Xuxa do “Dia do índio” de 1989.

De acordo com Adalberth, o problema é que Divino não filma ambientes, paisagens e a beleza que os antigos xavantes gostam de assistir.

Um dialogo que me chamou bastante atenção, foi o Divino explicando sobre o cinema aos outros índios xavantes, em seu idioma nativo, a importância de se filmar em planos maiores e quando é melhor se utilizar os planos menores, ainda afirma que os mais antigos da aldeia gostam dos planos maiores, vemos o cinema do Divino é sem muitos cortes.

Pontos são abordados de como o cinema mesmo documental é simulador de realidades e as vezes cínico, Adalberth não gosta de filmar os redores, a sujeira da industrialização nas aldeias. Divino filma tudo e inclusive as brigas nas aldeias promovidas pelo alcool do homem branco, o documentário se despede com sorrisos tímidos e um velho Mestre pouco encabulado ao seu discípulo, amigo e Winneteu Xavante, ao perguntar se o ele(Adalberth) ficou com inveja dele ou teve ciúmes quando começou a filmar, não teria desfecho melhor.

samdradee
samdra dee
11 anos atrás

Saí da sessão com um nó na minha cabeça. E não tinha conhecimento dos nossos cineastas indígenas.

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Divino Tserewahú 0 3

Divino Tserewahú

Tiago Campos 0 0

Tiago Campos

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