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Data de lançamento
21 Set. 2012Duração
The Master é um drama de época sobre a fundação de A Causa, uma organização religiosa criada por Lancaster Dodd (Philip Seymour Hoffman) nos anos 50, depois que ele testemunha o horror na Segunda Guerra Mundial. Plemons faz o filho de Dodd e Warshofsky interpreta um detetive. A trama enfoca principalmente Freddie Quell (Joaquin Phoenix), ex-alcoólatra que se torna aprendiz de Lancaster Dodd, mas começa a questioná-lo quando o culto ganha proporções de fervor cego.
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Philip Seymour Hoffman maior ator da sua geração, fiquei encantada com a atuação dele nesse filme
Esperava bem mais... Um aprofundamento maior sobre as questões que envolvem a manipulação de seita, mas a trama ficou totalmente centrado na relação entre os dois personagens principais.
Um filme que se arrasta bastante e torna muito difícil de "pegar" e cativar o espectador.
Até que no início senti interesse pelo personagem do Joaquim Phoenix, mas isso foi se dissipando no transcorrer da exibição. Nem os outros personagens, nem mesmo o "Mestre", cativam, tornando a experiência insipida.
Vi que o diretor é mega hypado pelo público "cult". Deve ser por isso a pontuação relativamente alta aqui no filmow, quase 4/5. Falar mal de "ídolos", nós, meros mortais, não pega bem....
pta e suas bizarrices....Zzzzzz filme chato pra carvão
THE MASTER
Direção: Paul Thomas Anderson
Ano: 2012
Assistido em: 03/04/2026
Eu gosto muito do trabalho do PTA, mas devo admitir que, ele tem uma queda por uns filmes chatos que fica difícil defender. E aqui eu acho bom já deixar bem claro o meu posicionamento em relação a esse filme: ele não é ruim, porque possui inúmeras qualidades técnicas que eu coloco acima de muita produção por aí, mas qualidade técnica não faz filme legal. E aí que está o pulo do gato: The Master é muito bem executado, porém é chato para caramba também.
Freddie Quell é um veterano da Segunda Guerra Mundial que enfrenta dificuldades para se adaptar à vida civil, vivendo de forma instável e impulsiva até cruzar o caminho de Lancaster Dodd, líder de um movimento filosófico conhecido como “A Causa”. Intrigado pela personalidade de Freddie, Dodd o acolhe em seu círculo, submetendo-o a métodos de orientação e controle enquanto tenta moldar seu comportamento. À medida que Freddie se aproxima de Dodd e de Peggy Dodd, a relação entre eles se intensifica, revelando conflitos, dependência emocional e questionamentos sobre fé e identidade.
Tecnicamente falando, o filme é um arraso: figurinos, cenários, fotografia, maquiagem, cabelos, tudo excelente e muito imersivo, te coloca dentro dos anos 50 em que a história é ambientada. Só que apenas isso não basta quando o roteiro não consegue te prender e os personagens não são carismáticos o suficiente para você querer acompanhar a história deles.
Joaquin Phoenix é um ator extremamente talentoso, isso é inegável, só que ele é muito controverso, principalmente com seus comportamentos estranhos nos sets em que participa, e aqui ele faz um chato insuportável que só nos dá um pouco de alegria quando está apanhando. Já o saudoso Philip Seymour Hoffman também está ótimo no papel de picareta líder de seita. Aliás, é nítido que o filme é inspirado na Cientologia, só que, para mim, ele foi muito superficial; poderia ter ido mais adiante, poderia ter dado nomes, poderia ser mais incisivo na sua crítica.
Mesmo com o elenco estelar, é preciso muita paciência com esse filme. Ele não é pequeno, são quase duas horas e meia, e, quando os personagens não colaboram, a jornada se torna muito árdua. Para dizer a verdade, eu não consegui entender qual era a proposta, qual era a ideia do Paul Thomas Anderson com esse filme, porque ele critica os cultos, mas não escancara toda a podridão que existe nesse meio. O final também não transmite nenhuma grande lição de moral; enfim, é um filme que, honestamente, eu ainda estou tentando entender por que existe.
The Master tem seu valor em aspectos técnicos; novamente, ele é muito superior a muitos filmes, e isso merece ser reconhecido. Mas, narrativamente falando, ele fica na prateleira de baixo dos filmes do Paul Thomas Anderson. Não é um filme motivante, instigante ou divertido; não é daqueles que você vai assistir com os olhos presos na tela o tempo todo, e sim olhando para o relógio, desesperado para acabar o mais rápido possível. Dentro da filmografia do diretor, não é o que eu acho pior, porque logo na sequência ele entregaria o seu trabalho mais indigesto, curiosamente também protagonizado por Joaquin Phoenix, mas, sem sombra de dúvidas, é um que fica lá embaixo, brigando pela lanterna.
passa essa poção pra cá