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Data de lançamento
11 Set. 1992Duração
Uma estudante decide provar que Candyman, uma antiga lenda urbana local, não existe. Ela, então, segue para o local de um crime brutal e o invoca - após pronunciar o nome dele cinco vezes diante de um espelho. Para sua surpresa, ele surge iniciando uma série de horríveis assassinatos.
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Bem legal!
O filme é bom, tem um clima de suspense legal, mas, apesar disso, o candyman não tem tanta força de tela, ao meu ver, por certas incongruências de invocação.
Muito bom, coitada da Helen.
[Review de 19 de outubro de 2021]
Obra prima. Incrível, impactante e com muitas camadas que passam longe do que eu um mero jovem de 18 anos com pouca bagagem consegue pegar.
Fui sabendo mais ou menos do que se tratava e quais temas abordava: o medo americano subconsciente e racista, herança de um passado de opressão que agora escolhem ignorar, inclusive o fato de que essa opressão não ficou no passado, continua até hoje. A hipocrisia branca, o racismo camuflado, o imaginário popular.
É por meio desse imaginário que permeia a visão das pessoas sobre o mundo que o horror aqui se insere, é partir desse imaginário que a violência se perpetua em suas mais diversas facetas. A lenda do candyman se estabelece completamente pela violência em vários níveis, a origem parte da lenda sobre um assassinato brutal, mas se perpetua em um contexto em que a violência em si está muito próxima da realidade daquelas pessoas e: se o Candyman realmente existir, ninguém vai proteger elas em um estado que sistematicamente joga essas pessoas nos piores ambientes possíveis, as abandona e as mata e nem é como se a exploração de 300 anos tivesse acabado, porque essas pessoas continuam gerando mão de obra barata e enriquecendo os descendentes das mesmas pessoas que as escravizaram oficialmente no passado. Seja pela origem da lenda, seja pela forma como se perpetua, é sobre violência racial, do branco para com o preto.
Mas o filme vai além e possui muitas outras camadas de texto que eu não ouso destrinchar, muitas escolhas aqui aumentam a profundidade do que essa trama quer dizer e exige não só que esse filme seja visto muitas vezes como também que quem assista tenha bagagem pra analisar, coisa que eu não tenho.
Fora isso, é um ótimo filme de terror deus do céu, a primeira metade dá muito medo e tem momentos muito angustiantes, além de ser um ótimo filme no geral ponto, não tirei os olhos da tela até o final. E se tem uma coisa que eu tenho a reclamar é que essa última cena foi..... desnecessária. Sério, eu só achei meio brega e não é como se o filme não tivesse indicado que seria isso antes, mas mesmo que ele quisesse confirmar podia ser feito de formas tão mais interessantes, a forma como foi feita foi bem preguiçosa sinceramente. Mas de qualquer forma não é um grande problema não de jeito nenhum.
WE DARE YOU TO SAY HIS NAME FIVE TIMES, ou " nós desafiamos voce a dizer o nome dele cinco vezes", como se por obstante tivessemos a minima obrigação de outrora sujeitar se a FUTILIDADES mentais PATETICAS provindas de terceiros, no que alias peguem seus desafios, sugestoes ou estimulações antropologicas sociais inclusive as comuns cujo muitos IMBECIS ao redor do mundo em tempos modernos concordam, e INTRODUZAM onde porventura lhe convierem, ja que por obstante " uteis " estas o são como o fato de estarem VIVOS OU MORTOS, se e´que porventura ou nao me entendem, de forma que para a aqui femea yanke sem personalidade propia, vontade aliada a alto controle do que lhe convinha ou nao por intermedio deste apenas MEDIANO inicio da franquia cinefila acima supracitada ha exatos 33 anos, alias DESCARTAVEL como tantos seres humanos o são, e por tal ate bom que sete palmos de terra " pronunciem " seus nomes o + cedo do possivel, nem que seja uma unica vez no que ja o seria o suficiente, em nada seguiu a politica de alto preservação acertada o qual afirma que tudo aquilo o qual não conhece com propiedade informativa, que simplesmente NÃO SE META e PARA O INFERNO com o LATIDO de terceiros, e por tal ainda que pouco tenha contribuido em prol de torna lo um entretenimento + relevante em se tratando de roteiro audio visual creiam, que o aqui " homem doce " Tony Todd ou " Candyman, tornaria seus dias a partir dai bastante " amargos " , ja que no fim das contas, e´sabido que a morte quando vem, nunca será de forma " gostosa " quiçá adocicada como mel nao e´mesmo ?, resumindo a quem interessar ou nao possa bem ? direi APENAS UMA VEZ ao inves de cinco, e de frente a uma tela, ao inves de um espelho, alem de DANEM SE opiniões divergentes, " tal importancia", que diferente do que referem se a respeito deste SUPERESTIMADO filme, nao vale muiito reve lo sequer meia vez apos a primeira, o que dizer + de uma alémda primeira, e fim de papo. " Candymansisticamente " TRES ESTRELAS.