Comédia romântica, drama de mistério e suspense policial pré-Código em preto e branco da Warner Bros. O filme recebeu críticas mistas na época de seu lançamento.
Um dos 4 filmes que James Cagney (1899-1986) fez com Margaret Lindsay (1910-1981) como seu par romântico. O 1 ° de apenas 5 filmes em que James Cagney usou bigode (embora apenas na metade do filme). Os outros são O homem que eu perdi (34), Heróis do ar (36), Zona tórrida (40) e Na época do Ragtime (81).
É revigorante ver Cagney em um papel cômico e no lado mais impessoal da indústria cinematográfica, mas o enredo parece uma repetição de muitas idéias, e elas nunca se unem em uma estória coerente ou interessante. O ritmo é acelerado e frenético, praticamente sem pausas.
Mas que grata surpresa, que compêndio impressionante de reviravoltas! Amo quando um espectador do cinema em que o protagonista faz um comentário sobre o Edward G. Robinson e quando as noticias de jornal comentam situações que remetem à própria aparência /biografia do James Cagney: nunca que eu imaginaria que o veria vestido como indígena norte-americano num filme policial! Em muitos sentidos, um produto típico da década, sobre a ascensão e a iminente queda de um gângster comum, mas com um diferencial no desfecho, uma crença legítima na interrupção deste ciclo. A despeito do título, o protagonista até que é fiel às mulheres com quem se envolve (apenas duas, em toda a metragem do filme). Uma diversão de gênero que antecipa alguns dos aspectos vistos no injustiçado BABILÔNIA, do Damien Chazelle. Muito bom! (WPC>)
Comédia romântica, drama de mistério e suspense policial pré-Código em preto e branco da Warner Bros. O filme recebeu críticas mistas na época de seu lançamento.
Um dos 4 filmes que James Cagney (1899-1986) fez com Margaret Lindsay (1910-1981) como seu par romântico. O 1 ° de apenas 5 filmes em que James Cagney usou bigode (embora apenas na metade do filme). Os outros são O homem que eu perdi (34), Heróis do ar (36), Zona tórrida (40) e Na época do Ragtime (81).
É revigorante ver Cagney em um papel cômico e no lado mais impessoal da indústria cinematográfica, mas o enredo parece uma repetição de muitas idéias, e elas nunca se unem em uma estória coerente ou interessante. O ritmo é acelerado e frenético, praticamente sem pausas.
A cena da farra dos macaquinhos é a melhor sequência do filme.
Mas que grata surpresa, que compêndio impressionante de reviravoltas! Amo quando um espectador do cinema em que o protagonista faz um comentário sobre o Edward G. Robinson e quando as noticias de jornal comentam situações que remetem à própria aparência /biografia do James Cagney: nunca que eu imaginaria que o veria vestido como indígena norte-americano num filme policial! Em muitos sentidos, um produto típico da década, sobre a ascensão e a iminente queda de um gângster comum, mas com um diferencial no desfecho, uma crença legítima na interrupção deste ciclo. A despeito do título, o protagonista até que é fiel às mulheres com quem se envolve (apenas duas, em toda a metragem do filme). Uma diversão de gênero que antecipa alguns dos aspectos vistos no injustiçado BABILÔNIA, do Damien Chazelle. Muito bom! (WPC>)
19.09.1991
Mae Clarke sempre se ferra nas mãos do James Cagney
O filme muda de tom quando Quingley entra para a indústria do cinema. Só a cena do alho já vale o filme rsrsrsrs
Cadastro duplicado: http://filmow.com/o-mulherengo-t73759/