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Duração
Noruega, 1959. Maria é filha de um rígido pastor que gostaria de compartilhar dos simples prazeres dos jovens de sua idade, mas que é forçada a passar a maior parte de seu tempo na igreja. Mas a amizade com a espirituosa Sra. Tunheim pode ajudá-la a satisfazer suas curiosidades de menina-moça.
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Gostei! tratou com cuidado um tema polêmico numa produção que beira o lirismo em algumas cenas mas deixou seu recado.
"Querido Deus, a partir de hoje, eu sou uma ateia"
Filme bastante irregular, o que explica sua nota no Filmow.
Eu diria que o início e o fim são as melhores partes dele, parece que a lentidão acaba perdendo o telespectador ao longo da trama e depois o acorda com o seu final "trágico".
Destaque para a ótima atuação de Marie Theisen, que expressa em seu silêncio e olhares coisas que muitas vezes as palavras não dão conta.
bom filme, traz todos os questionamentos que passam pelas cabeças de muitos jovens que são obrigados a fazer algo por seus pais, nesse caso a religião. Apesar de ser um pouco lento, pra quem gosta deste tipo de cinema é m prato cheio. Nota 7,5.
Maria é uma bela e inocente contestadora, que não se abate nunca perante o meio religioso, ou o pai repressor... Uma protagonista que me realmente me cativou... O filme é relativamente lento, o que decepciona os desavisados, mas não a um fã do cinema nórdico como eu. =D
" - Acha que deus fez um péssimo trabalho quando criou o homem?
- Eu não sei. Porque você pergunta?
- Ele nos criou para que tenhamos que pedir perdão o tempo todo."
E por fim,
a contestação definitiva, o abandono da religião, saindo da igreja no momento da comunhão, em direção à liberdade... Um belíssimo final. *-*