Terror italiano anos 70 (não acho que seja um giallo - tá mais pra um terror psicológico misturado com alguns outros elementos), dirigido e escrito pelo Francesco Barilli (que escreveu e dirigiu meu favorito Pensione Paura, além de ter escrito os roteiros dos bons Chi l'ha Vista Morire? e La Gabbia). Com Mimsy Farmer (4 Mosche di Velluto Grigio / Camping del Terrore) e Maurizio Bonuglia (Giornata Nera per L'ariete). Bons cenários. Boa arte. A cientista industrial. A visita ao túmulo da mãe. Citam/toca Mozart. A conversa estereotipada sobre a África. A obsessão pelo trabalho. O vizinho. O namorado. A amiga. Os acontecimentos estranhos (aparições, gato, vaso, garotinha, etc). A vidente. O lugar estranho. O primeiro assassinato (do nada, lá pra 1h de filme). O sr. Nicola. O endereço antigo. A revelação sobre o passado. O ataque. A reviravolta. Mais 2 assassinatos. Final surpreendente. Alguns elementos lembram Repulsa ao Sexo e O Bebê de Rosemary. Gostei.
Gostei de toda a atmosfera e da maneira como o mistério foi criado. Entretanto, quando veio a conclusão fiquei confuso, não entendi como as coisas se encaixam.
Um dos mais surpreendentes giallos que já vi, com um clima de horror muito interessante. Clima que é sustentado mesmo com uma direção de arte que preza por cores vivas, especialmente o azul. As referências ao cinema de Polanski também são óbvias e o filme, então, consegue ter um charme singular. Ótimo.
Embora todo clima de mistério, os belíssimos enquadramentos de cena, o mise-en- scene e o final inesperado. Para mim o filme demorou muito a engrenar com uma narrativa lenta e pouco envolvente. Consegui vê-lo no You Tube com excelente qualidade de imagem.
Terror italiano anos 70 (não acho que seja um giallo - tá mais pra um terror psicológico misturado com alguns outros elementos), dirigido e escrito pelo Francesco Barilli (que escreveu e dirigiu meu favorito Pensione Paura, além de ter escrito os roteiros dos bons Chi l'ha Vista Morire? e La Gabbia). Com Mimsy Farmer (4 Mosche di Velluto Grigio / Camping del Terrore) e Maurizio Bonuglia (Giornata Nera per L'ariete). Bons cenários. Boa arte. A cientista industrial. A visita ao túmulo da mãe. Citam/toca Mozart. A conversa estereotipada sobre a África. A obsessão pelo trabalho. O vizinho. O namorado. A amiga. Os acontecimentos estranhos (aparições, gato, vaso, garotinha, etc). A vidente. O lugar estranho. O primeiro assassinato (do nada, lá pra 1h de filme). O sr. Nicola. O endereço antigo. A revelação sobre o passado. O ataque. A reviravolta. Mais 2 assassinatos. Final surpreendente. Alguns elementos lembram Repulsa ao Sexo e O Bebê de Rosemary. Gostei.
Gostei de toda a atmosfera e da maneira como o mistério foi criado. Entretanto, quando veio a conclusão fiquei confuso, não entendi como as coisas se encaixam.
Um dos mais surpreendentes giallos que já vi, com um clima de horror muito interessante. Clima que é sustentado mesmo com uma direção de arte que preza por cores vivas, especialmente o azul. As referências ao cinema de Polanski também são óbvias e o filme, então, consegue ter um charme singular. Ótimo.
Embora todo clima de mistério, os belíssimos enquadramentos de cena, o mise-en- scene e o final inesperado. Para mim o filme demorou muito a engrenar com uma narrativa lenta e pouco envolvente. Consegui vê-lo no You Tube com excelente qualidade de imagem.
Giallo psicológico belíssimo, a gente não sabe se tudo aquilo é real ou só delírios da protagonista, e que final bizarro.