THE DISAPPOINTMENTS ROOM Direção: D. J. Caruso Ano: 2016 Assistido em: 18/04/2026
Na época em que comecei a assistir Prison Break (2005-2009; 2017), fiquei absolutamente obcecado. Provavelmente foi a série que mais me deixou imerso, e a coisa mais próxima de um vício que já experimentei. Fiquei tão fã de Wentworth Miller que passei a ir atrás de absolutamente tudo que ele fazia. Quando ele diminuiu o ritmo como ator e passou a focar na carreira de roteirista, continuei acompanhando com interesse.
Quando esse filme saiu, eu estava muito ansioso para assistir, mas confesso que, ao ver as críticas desastrosas, preferi evitar para não me irritar. Passados dez anos, decidi finalmente dar uma chance a esse filme tão mal falado e preciso admitir que, dessa vez, as críticas estavam certas.
Uma arquiteta, Dana, muda-se com o marido David e o filho Lucas para uma antiga mansão após a morte traumática da filha. Ao explorar a casa, ela descobre um quarto secreto escondido no sótão e passa a vivenciar fenômenos perturbadores ligados ao passado sombrio do lugar, enquanto sua sanidade e a segurança da família são colocadas em risco.
Um grande problema do filme é que ele inteiro soa como uma daquelas produções feitas diretamente para DVD do começo dos anos 2000, sem um pingo de cuidado ou esmero. Tudo parece feito de qualquer jeito. Os cenários são pobres, a fotografia é escura em excesso, o roteiro é terrivelmente clichê e a trilha sonora é completamente esquecível. O pior de tudo são as atuações.
A Kate Beckinsale nunca foi exatamente um primor, sempre foi limitada, mas aqui atinge níveis constrangedores. E a caracterização não ajuda em nada. Não parece nem de longe que aquele cabelo seja real, dá a impressão de ser uma peruca de baixíssima qualidade. O elenco de apoio também sofre com o roteiro preguiçoso e com uma direção pouquíssimo inspirada.
Como eu disse, ainda sou muito fã do Wentworth Miller e sei que, como roteirista, ele pode entregar muito mais. Seu primeiro trabalho na área, Stoker (2013), que ele escreveu sozinho, foi muito bom. Aqui, no entanto, dividir os créditos com D. J. Caruso claramente não funcionou. O resultado é um filme genérico, sem alma, sem vida, que termina exatamente como começa e deixa a sensação de um enorme desperdício de potencial.
NEVER FORGET TO NEVER BE FORGOTTEN HERE, ou" nunca se esqueçam de jamais serem esquecidos aqui", ate porque senhoras e senhores, diferente de MACAULAY CULKIN cujo apesar da " desatenção familiar " dupla sofrida na infancia cinefila, esta ainda torna se possivel a concretização de finais felizes ate certo ponto, já na vida real lembrar se em carater posterior tende a não mais ser relevante com relação ao LAMENTAVEL resultado da falha de memoria, ignorancia mental momentanea, ou demais momentos inclusive de alto desinteresse expontaneo conivente, se e´que porventura ou não me entendem, no entanto a quem interessar ou não possa, a partir do momento em que outrora estamos tratando de reles CRENDICES culturais antropologicas locais, muitas destas ABERRATORIAS, e por consequencia dignas de desprezo bem ? creiam que reforçar o grau de atenção em relação a algo, pouco para nao dizer NADA importante seria, ja que por obstante se nunca de sabemos com precisão de certeza que tipos de valores morais urbanos todos dispoem, muito menos tal grupamento familiar representativo seria uma excessão conceitual junto a este mediano LONGA METRAGEM " esquecido " pelo conhecimento cinefilo entretenico alheio, embora tambem não valha, tão pouco fará muito jus do contrario, entenda se por tal, de ser " recordado ou rememorado " tanto faz ha exatos 08 anos, pois entendam que em relação A DOENTES HUMANOS, de preferencia deste o qual no momento vos interpela alem de DANEM SE opiniões divergentes, melhor esquece los para sempre DENTRO DE UMA SEPULTURA bastante abaixo de sete palmos de terra, resumindo a quem interessar ou não possa, " esquecer " o recomendado por aqui ? ou quem sabe "recordar " que possuem um cerebro em prol de realizar alto analises livres, ao inves de achismos de maiorias homo sapiens sem o devido preparo somente obtido pela OPINIÃO INDEPENDENTE ACIMA DE TUDO E DE TODOS ? lembrem de tentarem não " esquecer " de que SER UM TOLO ESCRAVO populista puxa saco com força, ainda trata se opcional, e fim de papo. " Esquecidisticamente " TRES ESTRELAS.
THE DISAPPOINTMENTS ROOM
Direção: D. J. Caruso
Ano: 2016
Assistido em: 18/04/2026
Na época em que comecei a assistir Prison Break (2005-2009; 2017), fiquei absolutamente obcecado. Provavelmente foi a série que mais me deixou imerso, e a coisa mais próxima de um vício que já experimentei. Fiquei tão fã de Wentworth Miller que passei a ir atrás de absolutamente tudo que ele fazia. Quando ele diminuiu o ritmo como ator e passou a focar na carreira de roteirista, continuei acompanhando com interesse.
Quando esse filme saiu, eu estava muito ansioso para assistir, mas confesso que, ao ver as críticas desastrosas, preferi evitar para não me irritar. Passados dez anos, decidi finalmente dar uma chance a esse filme tão mal falado e preciso admitir que, dessa vez, as críticas estavam certas.
Uma arquiteta, Dana, muda-se com o marido David e o filho Lucas para uma antiga mansão após a morte traumática da filha. Ao explorar a casa, ela descobre um quarto secreto escondido no sótão e passa a vivenciar fenômenos perturbadores ligados ao passado sombrio do lugar, enquanto sua sanidade e a segurança da família são colocadas em risco.
Um grande problema do filme é que ele inteiro soa como uma daquelas produções feitas diretamente para DVD do começo dos anos 2000, sem um pingo de cuidado ou esmero. Tudo parece feito de qualquer jeito. Os cenários são pobres, a fotografia é escura em excesso, o roteiro é terrivelmente clichê e a trilha sonora é completamente esquecível. O pior de tudo são as atuações.
A Kate Beckinsale nunca foi exatamente um primor, sempre foi limitada, mas aqui atinge níveis constrangedores. E a caracterização não ajuda em nada. Não parece nem de longe que aquele cabelo seja real, dá a impressão de ser uma peruca de baixíssima qualidade. O elenco de apoio também sofre com o roteiro preguiçoso e com uma direção pouquíssimo inspirada.
Como eu disse, ainda sou muito fã do Wentworth Miller e sei que, como roteirista, ele pode entregar muito mais. Seu primeiro trabalho na área, Stoker (2013), que ele escreveu sozinho, foi muito bom. Aqui, no entanto, dividir os créditos com D. J. Caruso claramente não funcionou. O resultado é um filme genérico, sem alma, sem vida, que termina exatamente como começa e deixa a sensação de um enorme desperdício de potencial.
Apenas mais um dos muitos flmes de casa mal-assombrada com péssimo roteiro e um desfecho deprimente.
NEVER FORGET TO NEVER BE FORGOTTEN HERE, ou" nunca se esqueçam de jamais serem esquecidos aqui", ate porque senhoras e senhores, diferente de MACAULAY CULKIN cujo apesar da " desatenção familiar " dupla sofrida na infancia cinefila, esta ainda torna se possivel a concretização de finais felizes ate certo ponto, já na vida real lembrar se em carater posterior tende a não mais ser relevante com relação ao LAMENTAVEL resultado da falha de memoria, ignorancia mental momentanea, ou demais momentos inclusive de alto desinteresse expontaneo conivente, se e´que porventura ou não me entendem, no entanto a quem interessar ou não possa, a partir do momento em que outrora estamos tratando de reles CRENDICES culturais antropologicas locais, muitas destas ABERRATORIAS, e por consequencia dignas de desprezo bem ? creiam que reforçar o grau de atenção em relação a algo, pouco para nao dizer NADA importante seria, ja que por obstante se nunca de sabemos com precisão de certeza que tipos de valores morais urbanos todos dispoem, muito menos tal grupamento familiar representativo seria uma excessão conceitual junto a este mediano LONGA METRAGEM " esquecido " pelo conhecimento cinefilo entretenico alheio, embora tambem não valha, tão pouco fará muito jus do contrario, entenda se por tal, de ser " recordado ou rememorado " tanto faz ha exatos 08 anos, pois entendam que em relação A DOENTES HUMANOS, de preferencia deste o qual no momento vos interpela alem de DANEM SE opiniões divergentes, melhor esquece los para sempre DENTRO DE UMA SEPULTURA bastante abaixo de sete palmos de terra, resumindo a quem interessar ou não possa, " esquecer " o recomendado por aqui ? ou quem sabe "recordar " que possuem um cerebro em prol de realizar alto analises livres, ao inves de achismos de maiorias homo sapiens sem o devido preparo somente obtido pela OPINIÃO INDEPENDENTE ACIMA DE TUDO E DE TODOS ? lembrem de tentarem não " esquecer " de que SER UM TOLO ESCRAVO populista puxa saco com força, ainda trata se opcional, e fim de papo. " Esquecidisticamente " TRES ESTRELAS.
Podia ter focado só na história de terror, era interessante o suficiente. A viajada na maionese da vida dela ficou sobrando
Nossa, que filme terrível!