A Sun That Never Sets / Fire Will Come - Estados Unidos da América
Sinopse
Ramon é um notório incendiário que foi acusado de causar um novo incêndio. Lois, uma jovem bombeira, explora as profundezas de uma floresta em chamas. Seus destinos estão ligados pelo poder de um fogo misterioso.
Há uma sensibilidade no cerne da obra: a dificuldade de se reencaixar, a melancolia, o constrangimento da culpa. Dias que passam sem grandes perspectivas ou ambições.
Até que, em um dia qualquer, sem hora marcada, o destino se encarrega de romper — ainda que por pouco tempo — essa serenidade.
Apesar da bela fotografia, do cuidado com a trilha e da tentativa de sustentar um conceito, o filme não me pegou. Me mantive distante, desconectado. Sem sentir ou contemplar o que a obra parecia buscar.
Vencedor do prêmio do juri na categoria Um Certo Olhar no Festival de Cannes. Filmado na região da Galícia da Espanha e inteiro falado em galego, o filme é lindíssimo de se ver, gostei de como ele passa pela tela de maneira bucólica e hipnótica sem se tornar massante. A senhora que faz o papel da mãe é de uma ternura de se ver na tela. Mas apesar de tudo falta algo, não sei bem dizer o que, mas o desenvolvimento do personagem ou até completar o destino na cachorra, mas o filme termina com um sentimento de que ficou devendo algo mais. Para mim valeu muito a assistida, mas entendo que não deva funcionar para uma grande maioria. Ainda assim, achei bem acima da média e trouxe reflexões ótimas.
Falado em galego, língua-irmã do português usada na Galícia, região autônoma espanhola, o filme começa com muita chuva e frio e termina em incêndio. Que parece que foi criminoso, temos um suspeito de um incêndio anterior, mas o filme não revela mais nada. Apresenta algumas curiosidades para o espectador mas não vai muito além disso. Não dá para rever, de modo algum.
Há uma sensibilidade no cerne da obra: a dificuldade de se reencaixar, a melancolia, o constrangimento da culpa. Dias que passam sem grandes perspectivas ou ambições.
Até que, em um dia qualquer, sem hora marcada, o destino se encarrega de romper — ainda que por pouco tempo — essa serenidade.
Apesar da bela fotografia, do cuidado com a trilha e da tentativa de sustentar um conceito, o filme não me pegou. Me mantive distante, desconectado. Sem sentir ou contemplar o que a obra parecia buscar.
Quase peguei um resfriado
Vencedor do prêmio do juri na categoria Um Certo Olhar no Festival de Cannes. Filmado na região da Galícia da Espanha e inteiro falado em galego, o filme é lindíssimo de se ver, gostei de como ele passa pela tela de maneira bucólica e hipnótica sem se tornar massante. A senhora que faz o papel da mãe é de uma ternura de se ver na tela. Mas apesar de tudo falta algo, não sei bem dizer o que, mas o desenvolvimento do personagem ou até completar o destino na cachorra, mas o filme termina com um sentimento de que ficou devendo algo mais. Para mim valeu muito a assistida, mas entendo que não deva funcionar para uma grande maioria. Ainda assim, achei bem acima da média e trouxe reflexões ótimas.
BLOG: FILMESTRANGEIROS
INSTAGRAM: @filmestrangeiros
Achei apenas ok. Mas tem uma boa ambientação.
Falado em galego, língua-irmã do português usada na Galícia, região autônoma espanhola, o filme começa com muita chuva e frio e termina em incêndio. Que parece que foi criminoso, temos um suspeito de um incêndio anterior, mas o filme não revela mais nada. Apresenta algumas curiosidades para o espectador mas não vai muito além disso. Não dá para rever, de modo algum.