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Nápoles Velada - Brasil
Naples in Veils - Reino Unido
Sinopse
Em uma Nápoles suspensa entre magia e superstição, loucura e racionalidade, um mistério rodeia a existência de Adriana (Giovanna Mezzogiorno) oprimida por um amor súbito e um crime violento.
Nápoles Velada (Napoli velata) - Itália - 2018 - visto no dia 04.09.20 Filme fraco pois não foi eficaz em sua proposta. Penso que a história além de mal contada, mal desenvolvida, foi um porre aguentar por um bom tempo em tela esse filme. Assim: A história em grande parte é perdida, tem cenas desnecessárias e uns personagens que não são nada carismáticos e simpáticos. Principalmente a apagada protagonista. O roteiro é confuso e diz muito pouco e mal: associa a história da cidade com o ambiente que é a cidade de Nápoles com a história dos personagens. Tipo o encontro, desencontro, seus acontecimentos, consequências da vida dos personagens com a cidade e a caracterização dos seus mistérios que o local proporciona. Entendi assim pois teve bastante foco do filme em retratar a cidade, seus ambientes que compõem, inclusive, museus de artes plásticas, exposições de artes em geral, por ser lugares históricos e que atrai bastante turistas. Essas partes tem um visual belíssimos, uma fotografia sublime. Adoro o contexto de movimentos da história da arte que teve ao longo das épocas da humanidade. Esse foi um dos pontos positivos de todo filme sem dúvidas. A trilha sonora é muito bacana e ajuda a ambientar o longa. Mas o miolo principal não funciona e seu roteiro, história é fraco, decepcionante, é desinteressante. O elenco não é ruim porém os personagens são bem rasos, superficiais e praticamente agregam nada no seu desenvolvimento. Certas cenas sensuais, sexy da protagonista são interessantes como certos diálogos são bem feitos e consegue trazer certa reflexão apesar de pequena e um pouco do contexto do personagem mas como falei: muito pouco. O resultado é pífio com uma bela edição e produção de fotografia, efeito visual, sonora. Parte técnica compensa e claro que é insuficiente. Nota: 3,5
Pretende desvendar o mistério central envolto em reviravoltas, para, no meio do caminho, optar pela abordagem novelesca e o soft erotismo. A sensação é a de estarmos diante de um dramalhão mexicano, que sequer sabe empregar a locação utilmente. Nesse sentido, os fantasmas do passado emergem enquanto toda roupa suja é lavada, em um thriller que não energiza nem empolga.
É fato que Giovanna Mezzogiorno merece elogios por sua corajosa desinibição, além de ser eficiente em retratar o abalo progressivo por que passa. Até sua profissão (é médica legista) diz muito a respeito do drama central. Porém, uma andorinha não faz verão e as reviravoltas rocambolescas são a pá de cal deste suspense que desconhece o significado de tensão.
Visite o @cinemacomcritica no Instagram - www.goo.gl/YpQdyV
O diretor cria um suspense para exibir uma Nápoles exótica, repleta de curiosidades artísticas, tanto clássicas como modernas e multiculturais. O problema é que o suspense é ruim, e a atriz principal está muito, mas muito longe dos seus melhores dias, quando encantou o mundo em Amor nos tempos do cólera.
Parecia ser bom nos trinta minutos, esse mix de "Emmanuelle do Cinê Privê - Band" com a novela mexicana "A Usurpadora". Como o próprio filme citou é um clássico essa história de duas pessoas idênticas. Bléée! Depois cai numa enrolação e tédio, sem tudo muito óbvio os "segredos" dessa novela em formato de filme. Tendo quase 2 horas, pulei muita coisa pra conseguir chegar ao final e concluir o óbvio. Bléee!! Gostei da nudez frontal masculina, ultimamente estão explorando bem os membros dos caras. Aliás o cara tem um bom dote. E que delícia de cena do cunilíngua que ela faz nele. kkk Frase do filme: Tia safada: "Nunca gostei de homens mais velhos, e com os mais novos me sentiria ridícula".
Nápoles Velada (Napoli velata) - Itália - 2018 - visto no dia 04.09.20
Filme fraco pois não foi eficaz em sua proposta. Penso que a história além de mal contada, mal desenvolvida, foi um porre aguentar por um bom tempo em tela esse filme. Assim: A história em grande parte é perdida, tem cenas desnecessárias e uns personagens que não são nada carismáticos e simpáticos. Principalmente a apagada protagonista. O roteiro é confuso e diz muito pouco e mal: associa a história da cidade com o ambiente que é a cidade de Nápoles com a história dos personagens. Tipo o encontro, desencontro, seus acontecimentos, consequências da vida dos personagens com a cidade e a caracterização dos seus mistérios que o local proporciona. Entendi assim pois teve bastante foco do filme em retratar a cidade, seus ambientes que compõem, inclusive, museus de artes plásticas, exposições de artes em geral, por ser lugares históricos e que atrai bastante turistas. Essas partes tem um visual belíssimos, uma fotografia sublime. Adoro o contexto de movimentos da história da arte que teve ao longo das épocas da humanidade. Esse foi um dos pontos positivos de todo filme sem dúvidas. A trilha sonora é muito bacana e ajuda a ambientar o longa. Mas o miolo principal não funciona e seu roteiro, história é fraco, decepcionante, é desinteressante. O elenco não é ruim porém os personagens são bem rasos, superficiais e praticamente agregam nada no seu desenvolvimento. Certas cenas sensuais, sexy da protagonista são interessantes como certos diálogos são bem feitos e consegue trazer certa reflexão apesar de pequena e um pouco do contexto do personagem mas como falei: muito pouco. O resultado é pífio com uma bela edição e produção de fotografia, efeito visual, sonora. Parte técnica compensa e claro que é insuficiente.
Nota: 3,5
"As pessoas não conseguem aceitar muita verdade. "
O SEGREDO DE NÁPOLES #NapolesVelata de #FerzanÖzpetek Itália, 2017.
Segura bastante como bom suspense e tem um elencão poderoso. Aa cenas de sexo são belíssimas. Vale!
#GiovannaMezzogiorno #AlessandroBorghi #AnnaBonaiuto #CinemaItaliano #42MostraInternacionaldeCinema
Pretende desvendar o mistério central envolto em reviravoltas, para, no meio do caminho, optar pela abordagem novelesca e o soft erotismo. A sensação é a de estarmos diante de um dramalhão mexicano, que sequer sabe empregar a locação utilmente. Nesse sentido, os fantasmas do passado emergem enquanto toda roupa suja é lavada, em um thriller que não energiza nem empolga.
É fato que Giovanna Mezzogiorno merece elogios por sua corajosa desinibição, além de ser eficiente em retratar o abalo progressivo por que passa. Até sua profissão (é médica legista) diz muito a respeito do drama central. Porém, uma andorinha não faz verão e as reviravoltas rocambolescas são a pá de cal deste suspense que desconhece o significado de tensão.
Visite o @cinemacomcritica no Instagram - www.goo.gl/YpQdyV
O diretor cria um suspense para exibir uma Nápoles exótica, repleta de curiosidades artísticas, tanto clássicas como modernas e multiculturais. O problema é que o suspense é ruim, e a atriz principal está muito, mas muito longe dos seus melhores dias, quando encantou o mundo em Amor nos tempos do cólera.
Parecia ser bom nos trinta minutos, esse mix de "Emmanuelle do Cinê Privê - Band" com a novela mexicana "A Usurpadora". Como o próprio filme citou é um clássico essa história de duas pessoas idênticas. Bléée!
Depois cai numa enrolação e tédio, sem tudo muito óbvio os "segredos" dessa novela em formato de filme. Tendo quase 2 horas, pulei muita coisa pra conseguir chegar ao final e concluir o óbvio. Bléee!!
Gostei da nudez frontal masculina, ultimamente estão explorando bem os membros dos caras. Aliás o cara tem um bom dote. E que delícia de cena do cunilíngua que ela faz nele. kkk
Frase do filme:
Tia safada: "Nunca gostei de homens mais velhos, e com os mais novos me sentiria ridícula".
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