Frank Moore (Ed Harris), um padre católico desiludido que é conhecido nos círculos eclesiásticos como "The Miracle Killer", é chamado para uma reunião urgente para com seu bispo. Uma estátua de mármore localizada no pátio de uma paróquia de Chicago está chorando lágrimas de sangue, e o padre local solicita a santidade para Helen O'Regan, uma mulher católica profundamente devota que morou no convento até sua morte e a quem a comunicade local acredita ser responsável pelo milagre. Em luta com sua fé e pouco disposto a pagar o preço emocional que tal tarefa lhe trará, Frank termina por ser persuadido a investigar a vida de Helen e a estátua que chora sangue.
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24.10.2005
Cativante. Sobre fé, porque e para que crer. Ótimos atores e uma história sensível. Divinamente Humana.
Por motivos variegados, a cineasta Agnieszka Holland foi muito importante em minha adolescência. Infelizmente, ela não foi bem-sucedida em suas tentativas de aceitação hollywoodiana, de modo que está sendo nova e merecidamente consagrada ao regressar para a Europa. Este longa-metragem aqui faz parte justamente deste período de indefinição, sendo rechaçado pela crítica, quando estreou. sempre quis conferi-lo e, ao fazê-lo, notei que, infelizmente, eles tinham razão: o elenco é ótimo, o argumento é interessante, a reviravolta do desfecho possui algum charme. Mas Ed Harris não parece à vontade enquanto protagonista e alguns instantes de Anne Heche em cena são constrangedoras (ela cantando "I Will Survive" na festa, por exemplo). A montagem e a trilha cancional do filme são um tanto televisivas - não sendo por acaso que, logo depois, a diretora tenha se aventurado na condução de episódios de TV - e Barbara Sukowa enche a tela de brilho, sempre que surge como potencial santa. Não fiquei entediado durante a sessão, nem senti que foi uma perda de tempo conferir este tão aguardado filme, afinal, mas que ele é extremamente débil e indeciso, infelizmente, é! :( - WPC>
não é oh, ótimo!, mas é bem bom
Mesmo sendo ateu esse filme me cativou, graças ao personagem central, um padre que vê sua fé ser abalada e que busca a verdade, por mais dolorosa que ela seja. Só me incomodou um pouco o romance clichê entre ele e a filha da possível santa e a incrível coincidência no final:
O arcebispo estar presente no dia do primeiro milagre