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Sinopse
Garoto vê sua mãe morrer em um dia de Natal e cresce acreditando que o culpado é Papai Noel. Torna-se um perigoso psicopata disposto a matar todo Papai Noel que encontrar pela frente.
Um dos trashs mais chatos e sofríveis que já vi com um roteiro que não passa de um fiapo de história. Tem muitos outros com essa temática natalina bem melhores.
Nunca tinha visto e é bem irregular além de ter envelhecido mal, as motivações do assassino são fracas em se tratando de um slasher trash numa época de ótimos suspenses, aqui pouca coisa se salva, o título original, Don´t estava em moda na época, bem fraquinho e só é indicado para curiosos ou quem procura bagaceiras oitentistas.
Filminho sem nenhum atrativo, atuações sofríveis e história fraca. O personagem Cliff, que no começo parecia ser um dos principais, tem um momento no filme em que simplesmente some e não aparece mais. Acho que a última vez que ele apareceu foi no restaurante.
Me desculpe, mas a única coisa de destaque desse filme foram as pernas da personagem Sherry, que, aliás, o diretor sabia disso e fez questão de incluir vários closes das pernas dela, inclusive uns dois ou três subindo e descendo escadas, isso sem falar da cena final dela.
Pô, que vacilo deixar a mulher morta enquanto o sargento Powell estava no telefone! Ela estava claramente respirando. Poderiam ter cortado a cena da mulher e focado só na cara do sargento no telefone, né?
Depois, é mostrado o motivo de Giles ser traumatizado, na última cena do filme, que, aliás, culmina com a morte(?) do seu irmão, o inspetor Harris, com uma espécie de bomba dentro de um presente que ele havia dado ao irmão. Não sei ao certo, mas Giles era traumatizado por ter visto o seu pai vestido de Papai Noel traindo sua mãe? Ou eram seus pais? Ou alguém com sua mãe? Não é bem explicado, porque não conhecemos esse personagem; eles apenas são jogados na tela no final do filme, sem antes terem aparecido em nenhum momento. E, para piorar, nessa mesma cena final, aparece uma mulher com o suvaco cabeludo. Enquanto Giles relembra o trauma de ver seu pai, ou sei lá quem, transando com uma mulher vestido de Papai Noel.
É tudo tão confuso que parece jogado só pra chocar, sem nenhuma explicação decente.
Enfim, o filme é bem fraco, digo que não tem nenhum atrativo; até a presença da musa Caroline Munro não é digna de destaque nesse filme. O pôster do filme é bem mais chamativo do que o próprio filme e, aliás, muito melhor executado.
- 7/10 - mais um terror natalino mas nesse o papai noel é o alvo não o caçador - todo mal feito e pessimamente editado, mas quebrou paradigmas dos slashers da época - ver o papai noel trepando sempre traumatiza as crianças
Um dos trashs mais chatos e sofríveis que já vi com um roteiro que não passa de um fiapo de história. Tem muitos outros com essa temática natalina bem melhores.
Pelo menos se salva algumas boas cenas de nudez.
Nunca tinha visto e é bem irregular além de ter envelhecido mal, as motivações do assassino são fracas em se tratando de um slasher trash numa época de ótimos suspenses, aqui pouca coisa se salva, o título original, Don´t estava em moda na época, bem fraquinho e só é indicado para curiosos ou quem procura bagaceiras oitentistas.
Filminho sem nenhum atrativo, atuações sofríveis e história fraca. O personagem Cliff, que no começo parecia ser um dos principais, tem um momento no filme em que simplesmente some e não aparece mais. Acho que a última vez que ele apareceu foi no restaurante.
Me desculpe, mas a única coisa de destaque desse filme foram as pernas da personagem Sherry, que, aliás, o diretor sabia disso e fez questão de incluir vários closes das pernas dela, inclusive uns dois ou três subindo e descendo escadas, isso sem falar da cena final dela.
Pô, que vacilo deixar a mulher morta enquanto o sargento Powell estava no telefone! Ela estava claramente respirando. Poderiam ter cortado a cena da mulher e focado só na cara do sargento no telefone, né?
Depois, é mostrado o motivo de Giles ser traumatizado, na última cena do filme, que, aliás, culmina com a morte(?) do seu irmão, o inspetor Harris, com uma espécie de bomba dentro de um presente que ele havia dado ao irmão. Não sei ao certo, mas Giles era traumatizado por ter visto o seu pai vestido de Papai Noel traindo sua mãe? Ou eram seus pais? Ou alguém com sua mãe? Não é bem explicado, porque não conhecemos esse personagem; eles apenas são jogados na tela no final do filme, sem antes terem aparecido em nenhum momento. E, para piorar, nessa mesma cena final, aparece uma mulher com o suvaco cabeludo. Enquanto Giles relembra o trauma de ver seu pai, ou sei lá quem, transando com uma mulher vestido de Papai Noel.
Enfim, o filme é bem fraco, digo que não tem nenhum atrativo; até a presença da musa Caroline Munro não é digna de destaque nesse filme. O pôster do filme é bem mais chamativo do que o próprio filme e, aliás, muito melhor executado.
Assistido em 25/08/2025
- 7/10
- mais um terror natalino mas nesse o papai noel é o alvo não o caçador
- todo mal feito e pessimamente editado, mas quebrou paradigmas dos slashers da época
- ver o papai noel trepando sempre traumatiza as crianças
Slasher ok, tem seus bons momentos.