Em seu último filme, o lendário escritor, artista e cineasta Jean Cocteau retrata um poeta do século dezoito que viaja através do tempo em busca da sabedoria divina. Em um misterioso lugar, ele encontra diversos fantasmas simbólicos que trazem sua morte e ressurreição. Com um elenco eclético, que inclui Jean-Pierre Léaud, Pablo Picasso e Yul Brynner, Testamento de Orfeu traz a exploração do torturante relacionamento entre o artista e suas criações.
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Essa espécie de sequência de "Orfeu" do diretor Jean Cocteau e também o seu último filme para mim acabou sendo mais uma curiosidade por ter visto o anterior do que uma boa experiência propriamente dita. O filme tem uma metade inicial interessante, mas depois acaba se perdendo em longas e entediantes sequências. Um dos seus poucos atrativos é a participação breve de figuras célebres como Pablo Picasso.
Produção francesa biográfica, cinema experimental e surrealismo fantástico em preto e branco (com alguns segundos de filme colorido emendados nele) da Cinédis e Les Editions Cinégraphiques indicado ao BAFTA de melhor filme de qualquer origem. Dedicado à New Wave francesa. Último filme de Jean Cocteau (1889-1963), que dirigiu apenas 11 filmes em sua carreira. Esta foi a 3° e última parte da "Trilogia Órfica" do poeta formada por Sangue de um Poeta (32), Orfeu (50) e O testamento de Orfeu (59).
Confesso que, antes de assistir ao filme, me empolguei com o excesso de comentários positivos aqui no site e em outros que dei uma vasculhada anteriormente. Infelizmente, não consegui absorver a temática culta e abstrata a que se propôs o cultuado diretor francês que, na verdade, era mais um escritor e roteirista do que propriamente um cineasta. Mesmo com sua duração curta e acessível aos amantes do cinema, atores experimentados no elenco, não curti muito não. Achei totalmente enfadonho e irritante, parecia que a projeção tinha o dobro de tempo real, o tempo custou a passar pra mim. Talvez um dia, se tiver coragem, eu reveja e possa mudar minha opinião. Não sei se serei capaz disso. Mas o dedico aos amantes dos 'filmes de arte' e leitores de livros de poesias e afins, intelectuais ou pessoas com distúrbios de sono.
Perfeita conclusão de uma trilogia que acompanhou a própria trajetória artística de Cocteau.
O último trabalho de Cocteau e um dos mais sublimes de sua carreira.Poético e cheio de ótimas mensagens,algo que sempre optou na carreira.O elenco é uma dádiva.
>Assistido em 13 de Dezembro de 2022