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Data de lançamento
18 Abril 1999Duração
David (André Segatti), um cantor de rock, e Didi (Renato Aragão), seu ajudante de palco, são magicamente transportados para um mundo distante, onde todos seus conhecidos vivem com outras identidades. Eles partem para ajudar a Princesa Allim (Christine Fernandes), que lhes pede ajuda para enfrentar o malvado Vizir (Dedé Santana), que pretende com ela se casar para se tornar o novo rei local.
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IMPRIMATUR - visto no cinema em 1999:
O doutor Renato escolheu bem o André Segatti (no aspecto visual), mas todo o resto é um emaranhado de coisas bem mal feitas... a falta de vergonha dessa produção me faz concordar com meu crítico de cinema preferido, quando classificava os filmes do comediante como um lixo.
Avaliação em nota: 2.5
Logo na primeira cena tem erros simples de continuidade, Didi suja o Dedé, logo depois Dedé está com a roupa limpa. Entre outros detalhes.
Mas no geral consegue entreter, telespectadores (jovens) se identificam com crianças atuando no filme.
O show a parte na verdade foi mais aumentar o tempo de duração, somente.
Bom filme para você !!!!!
Um dos melhores do Renato Aragão, aliás ele perdeu a mão nos filmes e depois de "Didi quer Ser Criança", os outros filmes dele foram horríveis. Esse tem um elenco bom e é legal.
Finalmente consegui rever este filme, que era um dos meus favoritos do Renato Aragão, porém não gostei do ritmo, tão pouco das piadas mais escrachadas. Algumas cenas cômicas são divertidas, funcionam dentro do contexto, no entanto, o filme tem sérios problemas de direção, roteiro, montagem, sem falar de algumas atuações bem fraquinhas.
Nota: 4.0
O filme nada mais é do que uma reciclagem de vários argumentos de outras produções.
É visual que vislumbra os de "Caravana da Coragem" e "Ewoks - A Batalha de Endor", vilão que parece ter saído de alguma obra da franquia "Mad Max" dos anos 80, mote de viagem no tempo já visto em obras como "De Volta Para o Futuro", até piadas que os próprios Trapalhões já fizeram são reaproveitadas, como a sequência do refrigerante, que está em "A Princesa Xuxa e os Trapalhões", ou seja, nada de novo. É a clara percepção de que a dupla Didi e Dedé, os remanescentes do antigo quarteto, já não conseguiam ter a mesma qualidade no humor como antes.
Pra tentar manter uma característica que, nitidamente eram uma tática dos filmes dos Trapalhões para atrair mais gente aos cinemas, a história dá um jeito de colocar artistas musicais na obra, mas aqui a participação deles se resumem a apresentações em um palco, inseridos entre as cenas sem qualquer contribuição influente na trama, como se a produção misturasse os acontecimentos no passado com os que ocorrem no presente. A seleção até tem alguns grupos que mantiveram a sua imagem tempos depois, como O Rappa e Raimundos, já outras escolhas sumiram rápido do universo da música, como o trio SNZ e o Ricardo Aragão (????)... Pois é! A grande maioria também não faz ideia de quem seja, mas pelo sobrenome já dá pra sacar o porquê dele estar no filme.
Apesar dos pesares, "O Trapalhão e a Luz Azul" é uma das últimas produções com o mínimo de consistência feita pelo Renato Aragão. Após o filme, Renato e Dedé Santana se separaram e as obras posteriores foram ficando cada vez piores.
É quase que uma certeza absoluta: Quem ainda consegue ver ele por uma perspectiva positiva, faz isso mais por conta da nostalgia da infância do que por qualquer outra coisa.