Após o grande terremoto, a Califórnia é separada da costa oeste dos EUA e transforma-se numa ilha sem lei. Cabe a um capitão do Exército, uma capitã da Força Aérea e um especialista em armas da Marinha a difícil tarefa de civilizar o lugar.
Entendo perfeitamente por que a maioria detesta esse filme, mas discordo do massacre aqui nos comentários. Se você der o play esperando um Mercenários ou o Dolph no estilo 'máquina de combate' de Soldado Universal, vai se decepcionar mesmo. Mas, se olhar para The Last Patrol como um drama de sobrevivência pós-apocalíptico, a experiência muda.
O filme foca muito mais na reconstrução da civilização após o desastre do que na ação desenfreada. A premissa da Califórnia isolada como uma ilha sob uma nuvem de poeira permanente cria uma ambientação desértica muito interessante — quem gosta da estética de ficção científica dos anos 2000 vai sentir aquela nostalgia boa.
O ritmo é arrastado? Sim. O orçamento é baixo? Com certeza. Mas o Dolph entrega um capitão Nick Preston mais reflexivo e humano, o que é um prato cheio para quem é fã de verdade e quer ver algo além dos chutes e socos. Não é a obra-prima da carreira dele, mas passa longe de ser o desastre que pintam. É um filme contemplativo sobre o fim do mundo que merece uma chance de quem sabe apreciar o gênero.
Um dos piores filmes de ação que eu já assisti na minha vida, o pior filme da carreira do Dolph Lundgren junto com Rocky 4 (1985) (odeio filmes patrióticos).
Entendo perfeitamente por que a maioria detesta esse filme, mas discordo do massacre aqui nos comentários. Se você der o play esperando um Mercenários ou o Dolph no estilo 'máquina de combate' de Soldado Universal, vai se decepcionar mesmo. Mas, se olhar para The Last Patrol como um drama de sobrevivência pós-apocalíptico, a experiência muda.
O filme foca muito mais na reconstrução da civilização após o desastre do que na ação desenfreada. A premissa da Califórnia isolada como uma ilha sob uma nuvem de poeira permanente cria uma ambientação desértica muito interessante — quem gosta da estética de ficção científica dos anos 2000 vai sentir aquela nostalgia boa.
O ritmo é arrastado? Sim. O orçamento é baixo? Com certeza. Mas o Dolph entrega um capitão Nick Preston mais reflexivo e humano, o que é um prato cheio para quem é fã de verdade e quer ver algo além dos chutes e socos. Não é a obra-prima da carreira dele, mas passa longe de ser o desastre que pintam. É um filme contemplativo sobre o fim do mundo que merece uma chance de quem sabe apreciar o gênero.
Um dos piores filmes de ação que eu já assisti na minha vida, o pior filme da carreira do Dolph Lundgren junto com Rocky 4 (1985) (odeio filmes patrióticos).
19/01/2022
Horrível
Nem mesmo Dolph Lundgren salva esta tragédia (11.02.21)
Nem cheguei a terminar de assistir, filme ruim e com pouquíssima ação.