Um helicóptero do Exército norte-americano cai nas profundezas do território norte-coreano. O sargento Edward Brockman lidera sua equipe no terreno hostil enquanto tentam uma ousada fuga através da traiçoeira zona desmilitarizada
Bem mediano. A personagem feminina carrega o filme nas costas, haja vista o líder da equipe ser bem apático. Se ignorarmos totalmente as casualidades e impossibilidades reais do filme, serve de entretenimento.
VALIANT ONE Direção: Steve Barnett Ano: 2025 Assistido em: 17/08/2025
Eu gosto de filmes de guerra, eu juro que gosto, mas tenho um desprezo quase automático por filmes de guerra contemporâneos. Conflitos modernos são muito mecânicos, tiram o componente emocional essencial. Por isso, normalmente ignoro produções sobre Afeganistão, invasão do Iraque ou outros conflitos recentes. Mesmo assim, decidi dar uma chance a este e, por Deus, que decepção.
Após a queda de um helicóptero em território norte-coreano, o sargento Brockman assume a liderança dos sobreviventes. Sem comunicação, eles precisam atravessar florestas e vilas vigiadas para alcançar a zona desmilitarizada. Patrulhas inimigas, ferimentos e escassez forçam decisões difíceis, enquanto suspeitas internas ameaçam o grupo.
Este é daqueles filmes que gritam desesperadamente “baixo orçamento”. Ideias pertinentes existem, mas não são executadas devido a limitações financeiras. A cena de abertura, com o acidente de helicóptero, simplesmente não mostra o impacto do evento — claramente por falta de money/dinheiro/bufunfa. Precisamos apenas acreditar e aceitar que o acidente foi grande quando personagens morrem, e outros saem praticamente ilesos, típica incongruência de roteiro mal elaborado e direção que não sabe como executar.
Mas não é só o baixo orçamento que pesa. A história é fraca e previsível: o grupo de soldados cai em terras inimigas e precisa chegar a um ponto de resgate, já que o governo norte-americano não pode e não vai ajudá-los. Pelo caminho, vão trocando uns pipocos com os locais, mas sem nenhuma tensão real. O desenvolvimento dos personagens é nulo; não nos importamos com eles. É mais um filme entre tantos que Hollywood produz: satisfaz quem só quer tiros na tela, mas falha para quem valoriza roteiro e construção dramática.
O elenco também não ajuda. Chase Stokes entrega uma interpretação fraca (pelo menos é gatinho); Lana Condor, que eu não conhecia, não acrescenta nada de interessante. Escalar dois astros de séries adolescentes da Netflix para interpretar soldados do exército é um erro de verossimilhança evidente, e isso compromete o filme.
Valiant One mal serve para passar o tempo. Cheguei a cochilar em alguns momentos de tédio absoluto. Quando personagens não são interessantes e a história é ruim, o filme se torna doloroso de assistir. Não me importava se os protagonistas viveriam ou morreriam; só queria que acabasse logo. É um trabalho mequetrefe, com personagens irrelevantes e trama sem impacto, resumindo: está abaixo da mediocridade.
filme legal, cumpre o propósito de entreter e causar uma tensão.
Um pouco de tensão e muitos tiros na zona desmilitarizada. É EUA vs Coréia do Norte e um jovem líder numa missão boca-podre de extração.
✔️10/11/2025 (HBO Max)
Bem mediano. A personagem feminina carrega o filme nas costas, haja vista o líder da equipe ser bem apático. Se ignorarmos totalmente as casualidades e impossibilidades reais do filme, serve de entretenimento.
VALIANT ONE
Direção: Steve Barnett
Ano: 2025
Assistido em: 17/08/2025
Eu gosto de filmes de guerra, eu juro que gosto, mas tenho um desprezo quase automático por filmes de guerra contemporâneos. Conflitos modernos são muito mecânicos, tiram o componente emocional essencial. Por isso, normalmente ignoro produções sobre Afeganistão, invasão do Iraque ou outros conflitos recentes. Mesmo assim, decidi dar uma chance a este e, por Deus, que decepção.
Após a queda de um helicóptero em território norte-coreano, o sargento Brockman assume a liderança dos sobreviventes. Sem comunicação, eles precisam atravessar florestas e vilas vigiadas para alcançar a zona desmilitarizada. Patrulhas inimigas, ferimentos e escassez forçam decisões difíceis, enquanto suspeitas internas ameaçam o grupo.
Este é daqueles filmes que gritam desesperadamente “baixo orçamento”. Ideias pertinentes existem, mas não são executadas devido a limitações financeiras. A cena de abertura, com o acidente de helicóptero, simplesmente não mostra o impacto do evento — claramente por falta de money/dinheiro/bufunfa. Precisamos apenas acreditar e aceitar que o acidente foi grande quando personagens morrem, e outros saem praticamente ilesos, típica incongruência de roteiro mal elaborado e direção que não sabe como executar.
Mas não é só o baixo orçamento que pesa. A história é fraca e previsível: o grupo de soldados cai em terras inimigas e precisa chegar a um ponto de resgate, já que o governo norte-americano não pode e não vai ajudá-los. Pelo caminho, vão trocando uns pipocos com os locais, mas sem nenhuma tensão real. O desenvolvimento dos personagens é nulo; não nos importamos com eles. É mais um filme entre tantos que Hollywood produz: satisfaz quem só quer tiros na tela, mas falha para quem valoriza roteiro e construção dramática.
O elenco também não ajuda. Chase Stokes entrega uma interpretação fraca (pelo menos é gatinho); Lana Condor, que eu não conhecia, não acrescenta nada de interessante. Escalar dois astros de séries adolescentes da Netflix para interpretar soldados do exército é um erro de verossimilhança evidente, e isso compromete o filme.
Valiant One mal serve para passar o tempo. Cheguei a cochilar em alguns momentos de tédio absoluto. Quando personagens não são interessantes e a história é ruim, o filme se torna doloroso de assistir. Não me importava se os protagonistas viveriam ou morreriam; só queria que acabasse logo. É um trabalho mequetrefe, com personagens irrelevantes e trama sem impacto, resumindo: está abaixo da mediocridade.