Dirigido por
Data de lançamento
4 Out. 1995Duração
Kathleen Conklin (Taylor) está a preparar-se para obter o seu PhD na Universidade de Nova York, levando um dia-a-dia quase totalmente preenchido com esse objectivo. Uma noite é atacada por uma mulher de negro (Sciorra) que a puxa para um local escuro e a ataca, mordendo-a no pescoço. Começa a sentir necessidade de consumir o sangue de outras pessoas, procurando vítimas fáceis pelas ruas ou entre aqueles que lhes são próximos, culminando na sua festa de graduação.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Eu não conhecia o Abel Ferrara até pouco tempo atrás e a cada filme que vejo dele eu me divirto mais.
Acho muito interessante como vampiros aqui são simplesmente viciados niilistas metidos a intelectuais.
Assim como na vida real existe um glamour destas pessoas (vampiros e viciados niilistas metidos a intelectuais), aqui também há, porém é um brilho vazio. Ao final das noites nós vemos que tudo o que existia de mais interessante se torna apenas restos.
Não dá pra se livrar facilmente dessa vida. Nem com sol nem com reza.
Pra quem gostou, recomendo Drácula de Bram Stoker, o melhor filme de vampiros de todos, que fala de desejo ao invés de vícios.
Bom no começo mas que não se desenvolve com muita coisa pra contar. (visto em 24.09.24)
Confesso que sou um detrator do sub gênero de vampiros então como Ferrara entrega uma estética muito atípica com um P&B maravilhoso de quase morrer , faz de seu filme um oásis de originalidade no segmento. O papo filosófico não ajuda muito, mais faz parecer uma tentativa frustrada de transparecer intelectualidade mas no geral não posso desmerecer a obra , até porque a relação entre o vampirismo e o vício (seja qual for) foi bem arquitetada.
30.07.2025
Abel Ferrara falando sobre vício em drogas e álcool, mas numa perspectiva vampiresca. A estética com a fotografia preto e branco e as ruas de Nova York dão ainda mais esse tom sombrio, melancólico que agoniza a protagonista.
Na linguagem o filme passeia bastante pelo campo filosófico para dissecar as motivações pelo vício, mapeando autoconhecimento e autocontrole, sem esquecer dos altos e baixos que é a vida de quem luta contra o vício.