Três amigos de classe média precisam arrumar dinheiro para passar o carnaval na Bahia. Com a ajuda de um amigo de classe alta, eles acabam se envolvendo em uma trama que envolve roubo e seqüestro.
Drama nacional da TecCine e Filmes do Estação vencedor de 2 prêmios no Festival Internacional de Cinema e Vídeo Independente de Nova York: melhor longa-metragem no Grande Prêmio do Júri e melhor diretor no Prêmio de Longa-Metragem. As filmagens aconteceram no Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Este filme é uma refilmagem da produção francesa O ódio (95), de Mathieu Kassovitz. Foi a estréia do diretor carioca Felipe Joffily, o mesmo realizador de Muita calma nessa hora (10), E aí... comeu? (12) e Muita calma nessa hora 2 (14), dentre outros. O diretor Joffily queria adaptar o enredo de "La haine" para a realidade do Rio de Janeiro. Estréias no cinema de Alinne Moraes, Cauã Reymond, Alexandre Moretzsohn, Dudu Azevedo e Leonardo Carvalho.
Considerando a média dos filmes brasileiros, até que gostei desta estória que me manteve entretido e interessado. Foi uma boa distração apesar do palavreado chulo nos diálogos e uma certa violência desnecessária em uma ou outra cena mas, mesmo assim, valeu a pena ter arriscado.
Os três personagens amigos são retratos de uma parte do Rio de janeiro que eu detesto, e eu até tinha esquecido que existia... uma playboyzada metida besta que se acha rico geralmente mora em ipanema Leblon barra e região, não faz porra nenhuma tem mau gosto, é burro, fala alto e tem um instinto violento. Na época estava em alta os pit boys e lutar jiu-jitsu... Além daqueles marombado de academia, na época em que academia não era exatamente símbolo de saúde apenas de ficar fortinho..O pior é pensar que 20 anos atrás esse tipo de galera era visto com bons olhos , tipo uma galera jovem querendo ser assim... Pessoas tóxicas praticamente sociopatas...Esse justiceiros de copacabana q estao aparecendo São exatamente isso aí...mas É interessante ver que o mundo mudou alguma coisa em 20 anos, Maneiro poder ver algumas imagens da cidade 20 anos atrás.
Como filme tem alguma coisa interessante mas é mediano para fraco.. atuações fraquinhas e fica muito naquela mesma coisa de três adolescentes bobos falando m... berrando toda hora...
Obs nada a ver: que saudade do relógio de rua antigo que marcava a hora e temperatura no Rio
Drama nacional da TecCine e Filmes do Estação vencedor de 2 prêmios no Festival Internacional de Cinema e Vídeo Independente de Nova York: melhor longa-metragem no Grande Prêmio do Júri e melhor diretor no Prêmio de Longa-Metragem. As filmagens aconteceram no Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Este filme é uma refilmagem da produção francesa O ódio (95), de Mathieu Kassovitz. Foi a estréia do diretor carioca Felipe Joffily, o mesmo realizador de Muita calma nessa hora (10), E aí... comeu? (12) e Muita calma nessa hora 2 (14), dentre outros. O diretor Joffily queria adaptar o enredo de "La haine" para a realidade do Rio de Janeiro. Estréias no cinema de Alinne Moraes, Cauã Reymond, Alexandre Moretzsohn, Dudu Azevedo e Leonardo Carvalho.
Considerando a média dos filmes brasileiros, até que gostei desta estória que me manteve entretido e interessado. Foi uma boa distração apesar do palavreado chulo nos diálogos e uma certa violência desnecessária em uma ou outra cena mas, mesmo assim, valeu a pena ter arriscado.
Achei mediano, mas esse tipo de personagem é tão insuportável que realmente fica difícil fazer uma dissociação para não odiar tudo por completo.
Os três personagens amigos são retratos de uma parte do Rio de janeiro que eu detesto, e eu até tinha esquecido que existia... uma playboyzada metida besta que se acha rico geralmente mora em ipanema Leblon barra e região, não faz porra nenhuma tem mau gosto, é burro, fala alto e tem um instinto violento. Na época estava em alta os pit boys e lutar jiu-jitsu... Além daqueles marombado de academia, na época em que academia não era exatamente símbolo de saúde apenas de ficar fortinho..O pior é pensar que 20 anos atrás esse tipo de galera era visto com bons olhos , tipo uma galera jovem querendo ser assim... Pessoas tóxicas praticamente sociopatas...Esse justiceiros de copacabana q estao aparecendo São exatamente isso aí...mas É interessante ver que o mundo mudou alguma coisa em 20 anos, Maneiro poder ver algumas imagens da cidade 20 anos atrás.
Como filme tem alguma coisa interessante mas é mediano para fraco.. atuações fraquinhas e fica muito naquela mesma coisa de três adolescentes bobos falando m... berrando toda hora...
Obs nada a ver: que saudade do relógio de rua antigo que marcava a hora e temperatura no Rio
Achei esse filme tão oco, muito vazio em qualquer aspecto, não há um bom desenvolvimento e um enredo crível, bem fraco.
Acima da media para uma produção Brasileirão. Está no meu top 5 nacional de melhores filmes. Infelizmente subestimado pela mídia