Dulce Veiga (Maitê Proença) é uma atriz e cantora que fez sucesso durante um curto período de tempo e que desapareceu misteriosamente. Caio (Eriberto Leão), um escritor que trabalha como jornalista de variedades, ao entrevistar a jovem cantora Márcia (Carolina Dickman) descobre que ela é filha de Dulce Veiga, de quem era fã. Caio publica uma crônica no jornal em que trabalha contando suas lembranças de Dulce Veiga, o que gera uma enorme repercussão. A esquecida cantora é relembrada e todos querem saber seu destino. Paralelamente o jornalista fica cada vez mais obcecado pela personalidade da filha de Dulce, que é uma bela garota com trejeitos de homem.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
O filme até tem um certo charme, com algumas referências muito boas, mas é impossível que não se faça comparações à obra. Falta muito do Caio Fernando Abreu, o que é grave. Esse excesso de água com açúcar, principalmente no final, com certeza não é ele. Uma pena.
Também senti falta de outros personagens que compõe a subversão da história. Ponto positivo para Maitê Proença no papel de Dulce Veiga. A personagem caiu muito bem para ela e até me esqueci de como era antes, quando eu tinha apenas a imagem a partir do livro.
Não é tão ruim assim. Tem estilo, tem glamour e Maitê Proença está maravilhosa! As referências ao cinema brasileiro também foram ótimas sacadas.
Considerando ter visto o filme depois de ler o livro do Caio F. de Abreu, não posso deixar de comparar. É chato isso, eu sei. Achei a interpretação dos personagens um tanto quanto romântica e exagerada, enquanto no livro (onde sempre tudo é melhor haha) rola muita acidez o tempo todo, é instigante, bem-humorado, a linguagem do autor é muito marcante. Há muitos filmes baseados em livros que complementam os mesmos, o que não é o caso desse.
Tava achando o filme legal e interessante, até que chegou o final e... cagou tudo!
Gostaria de destacar o fraco desempenho da Carolina Dieckmann no papel de Márcia, muito ruim.
Bem ruinzinho... Não li o livro, então não posso comparar.