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O presidente dos Estados Unidos (Alan Alda) precisa arrumar urgentemente um inimigo, para aumentar sua popularidade. Como a Guerra Fria com os russos terminou definitivamente, ele é aconselhado por sua assessoria a fazer o povo americano acreditar que os canadenses estão prestes a invadir o país. Mas esta manobra política foge do controle quando Bud B. Boomer (John Candy), um xerife de Niagara Fall, organiza um pequeno destacamento para invadir o Canadá. Este pode ser o início de uma guerra com um país totalmente pacífico.
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Como filme de comedia , funcionou bem pouco, não é engraçado e sim apenas irônico, mas como critica acida usando da ironia, que paulada no americano idiota que boa parte da população é, manipulados pela mídia e governo, ops , não tão diferente assim daqui né..
Mas o americano de massa consegue ser pior, pq colocamos o egocentrismo, aquele sentimento de soberba que foda-se o resto do mundo, somos america hooo yeahh, e o filme pisoteia sem dó essa imagem e conceito , e só o Michael Moore tem as papas de colocar na cara de seu próprio povo, mazelas sociais, raciais, e como funciona a mídia e o militarismo americano.
No final, é algo interessante para nós, mas nada de tão extraordinário , acredito que tenha um impacto maior para o próprio USA, rir de si mesmo.
Operação Canadá é uma agradável surpresa já que não tem um reputação muita boa mas achei bem engraçado, principalmente o seu começo.
456. (15/01/2020)
Vi o filme como uma crítica continua aos EUA.
Bom!
Por mais que muitos reclamem que este é um "filme de uma piada só", ouso discordar e defender as tiras mordazes do roteiro, que seria ótimo se não perdesse tanto tempo com os alívios cômicos desnecessários do personagem de John Candy. A caracterização de Alan Alda é excelente, sincera, verossímil, de maneira que o filme possui um ótimo pano de fundo crítico/político. Pena que o sobejo de ficção humorística estrague o petardo! (WPC>)
Michael Moore usa toda sua acidez e de forma cômica debocha da soberba norte americana, além de cutucar a mídia, governo e consequentemente a própria história do país e seu “marketing armamentista”.