Jimmy "Popeye" Doyle (Gene Hackman), um detetive de Nova York, vai até Marselha, França, na tentativa de capturar Alain Charnier (Fernando Rey), um traficante de drogas que escapou entre seus dedos quando foi fazer um "negócio" em Nova York. Para complicar a missão, Doyle não fala francês e o detetive Henri Barthelemy (Bernard Fresson) não fica muito feliz com a presença de Jimmy, dizendo que Marselha não é Nova York. Doyle logo sente isto na pele quando a quadrilha de Charnier o captura, lhe deixando confinado no quarto de um decadente hotel. Lá o detetive, segundo Alain, é drogado várias vezes, com o objetivo de deixá-lo viciado. Desta forma nem seria precisa matá-lo, pois um detetive viciado seria expulso da polícia.
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francofonos e yankes, sociedades cujo apesar de ambas OCIDENTAIS, mas que por obstante pouco comumgaram valores comuns enquanto obtiveram influencias ao redor do mapa mundi, ja que ao contrario da nação da torre einfel, do rio sena, do musel do luvre, etc, tambem conhecido como FRANÇA, esta teve de devastar outras partes do globo, em especial o pulgueiro continente africano em prol de extrair lhes riqueza, ao contrario da terra do tio sam o qual tornou se uma potencia por seus propios meritos locais politcos belicos, de forma que para o aqui detetive global estaduidense no passado em busca de continuar cumprindo suas respectivas funções publicas policiais GENE HACKMAN no passado, para agora recem digamos " aposentado " pela morte junto ao exercicio local corrente ou presente contemporaneo, mas que ha exatos 50 anos retrogrados, tal CHATA aliada a DESCARTAVEL seqencia cinefila tamanha IRRELEVANTE como entretenimento, assim como sua originaria antecessora alem de DANEM SE opiniões divergencias, tal " importancia"somente no maximo colocou a patria de napoleão bonaparte em evidencia por intermedio desta tal "operação" em duas partes roteristicas RUINS ao extremo como se fossem UNICAS, e como tal sequer MERECEDORAS de um dia terem existido como opção cinematografica, o mesmo destino que a maioria dos filmes franceses deve ter para eventuais PANACAS perdedores de tempo por aferi los, ou seja ser " OCIDENTAL " trata se uma coisa, agora NÃO SER AMERICANO bem ? outra MUITO OUTRA, por isto melhor permanecerem com o LIXO " operacional " EXTRUPICIO somente para voces, e fim de papo. PUTZ, PESSIMO. " Não Operacionisticamente " MUITO NOTA 0.0.
Gene Hackman está muito bem, nunca vi um ator correr tanto, hehe. O filme começa bem, mas depois fica enrolado e perde toda a dinâmica que um filme policial precisa. 30 minutos a menos ficaria bem melhor. E que final foi aquele parece que cansaram de gravar e resolveram acabar repentinamente. 23/03/2025
Tão violento e tenso quanto o anterior, mas acrescido da sensação de estranheza do protagonista por estar em um outro país, com dificuldades de comunicação e colaboração com a polícia local. Hackman, como sempre, arrasa com sua performance, principalmente nas terríveis cenas da desintoxicação.
French Connection II (1975) é uma sequência fictícia, se o primeiro que era baseado em fatos históricos criminais (que eu comumente amo) eu não me apeteci, imagina agora uma sequência (que por si só nem sempre alcança o original), Chaplim, Akira Kurosawa, David Fincher, Pitt e Spielberg amaram o primeiro, mas e daí, surpreendente gostei mais desse, um americano que não fala francês (me identifico) divertido, a "tortura" com heroína, e a crise de abstinência, um drama adorável...
Deixou um pouco da essência da fita anterior dirigida por William Friedkin o que o tornou um clássico setentista policial e fez jus ao sucesso que vez. Esta sequência não é ruim, apenas não tem o ritmo e o roteiro bem trabalhado do anterior. Contudo, é um bom filme policial. Gene Hackman repete seu papel do policial "Doyle Popaye" com um charme específico dele. Não é grandioso, mas é bom entretenimento.