Origin. Direção Ava DuVernay. Filme documentário,que faz uma reflexão importante sobre nosso papel em uma sociedade que ainda oprime e abusa de pessoas por causa da cor da pele e do status social. Uma jornalista depois de passar por luto e perdas, inicia uma jornada investigativa, fazendo uma análise da conexão entre o racismo estrutural americano, a perseguição dos judeus e o sistemas de Castas na Índia. Tem cenas tristes que leva às lágrimas, como do menino negro humilhado na piscina usado por meninos brancos, do adolescente morto por que estava caminhando em um bairro de moradores brancos. É uma análise crua dos efeitos da discriminação e da dor que a pessoa sente. É um bom filme que vale ser visto.
Estranhamente na Netflix só havia opção dublada. Então assisti no original inglês com closed caption. Tanta porcaria tem legenda e esse filme não ter me faz questionar que responsável por isso deve ser trumpista/bolsonarista que odiou o filme.
Esse filme foi recomendação de uma amiga, e achei interessantíssima a temática. Gostaria de ver mais documentários sobre. A cena da criança na piscina foi de doer o coração.
Realmente me trouxe um conceito diferenciado a respeito da segregação ao longo da história. Achei incrível a constatação de que o racismo e o nazismo foram diferentes a partir do momento que um queria a subjugação, enquanto o outro, a exterminação. E, no fim, o sistema de castas explica bastante a sistemática da segregação, com o conceito de inferioridade de grupos, que independe da cor da pele, basta apenas a intenção de estabelecer uma superioridade.
Queria mais documentários e livros sobre o assunto, com uma linguagem simples para entender melhor.
Origin. Direção Ava DuVernay. Filme documentário,que faz uma reflexão importante sobre nosso papel em uma sociedade que ainda oprime e abusa de pessoas por causa da cor da pele e do status social. Uma jornalista depois de passar por luto e perdas, inicia uma jornada investigativa, fazendo uma análise da conexão entre o racismo estrutural americano, a perseguição dos judeus e o sistemas de Castas na Índia. Tem cenas tristes que leva às lágrimas, como do menino negro humilhado na piscina usado por meninos brancos, do adolescente morto por que estava caminhando em um bairro de moradores brancos. É uma análise crua dos efeitos da discriminação e da dor que a pessoa sente. É um bom filme que vale ser visto.
Estranhamente na Netflix só havia opção dublada. Então assisti no original inglês com closed caption. Tanta porcaria tem legenda e esse filme não ter me faz questionar que responsável por isso deve ser trumpista/bolsonarista que odiou o filme.
Não embarquei na proposta e não curti, mas não dei a devida atenção, vou rever.
Esse filme foi recomendação de uma amiga, e achei interessantíssima a temática. Gostaria de ver mais documentários sobre. A cena da criança na piscina foi de doer o coração.
Realmente me trouxe um conceito diferenciado a respeito da segregação ao longo da história. Achei incrível a constatação de que o racismo e o nazismo foram diferentes a partir do momento que um queria a subjugação, enquanto o outro, a exterminação. E, no fim, o sistema de castas explica bastante a sistemática da segregação, com o conceito de inferioridade de grupos, que independe da cor da pele, basta apenas a intenção de estabelecer uma superioridade.
Queria mais documentários e livros sobre o assunto, com uma linguagem simples para entender melhor.
Que sensibilidade nas cenas cotidianas para demonstrar temas tão pesados e desumanos. Atriz, roteiro e fotografias sublimes...