Um dia na vida dos personagens Jesús (Jesús Moisés Rodríguez) e Fausto (Rubén Sosa), dois imigrantes ilegais do México que sobrevivem aceitando os trabalhos que lhe são oferecidos. Suas vidas vão se cruzar com a de Karen (Nina Zavarin), quando aceitam o trabalho para matá-la.
Os Bastardos é um filme que pode ser considerado raro pela utilização de poucos diálogos entre os assassinos e a vítima e a não omissão nas cenas de violência.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
O mundo dos que não podem chorar
a cena é absurda
do tiro, da forma que foi feita
similar a funny games só que inferior . O filme não é de todo ruim, o desfecho bem contrastante ao resto do filme, que é lento e cansativo. Sinceramente acho que poderia ter sido reduzido um pouco a duração, as cenas estáticas acabam sendo desnecessáriamente longas demais.
Tensão lenta e um tanto sufocante. Gostei do silêncio, da violência crua e destruidora, que pareceu ter modificado a alma do menino que a praticou.
Não é tão genial quanto o filme anterior do Escalante, no sentido de que, aqui, ele teve mais dificuldade em conduzir os atores não-profissionais e, quando recorreu a uma atriz mais experiente (no trecho estadunidense), desperdiça o potencial estarrecedor do filme numa trama previsível de invasão doméstica que enfada por causa da construção redundante da dona-de-casa enfastiada e hipócrita vivida por Nina Zavarin. Mas, quando Rubén Sosa está em cena, com seu perene olhar de perplexidade, o filme grita, sendo muito efusivo também no uso da trilha sonora e das cores das bandeira mexicana em movimentos de estrondo cromático que ocupa toda a tela: a direção é boníssima, portanto! (WPC>)