Eu estava em dúvida entre Victor e François, mas também suspeitei muito do Burton, inclusive, achei que ele era o assassino. Na cena em que ele chega à casa de Peter, e Margot vai tomar banho, ele ri e sai de cena, e ela é assassinada, mas ele não aparece mais. Até o momento em que François é revelada como a assassina, eu realmente pensei que fosse ele. Isso ficou meio estranho...E ele não aparece mais depois disso
Gostei do personagem de Anthony Steffen (Peter Oliver), mas, convenhamos, é meio forçado um cego ter toda essa destreza e desvendar o caso mais do que a própria polícia.
- demorou a aparecer o gato preto fazendo alguma coisa e o pobi ainda tem aquele destino cruel - claro que um deficiente visual vai conseguir ser um investigador melhor que toda a policia - a cena do chuveiro é bem pesada - bom giallo
Após ter visto muitos giallos italianos e mais este título "Os Crimes do Gato Preto", vejo que o diretor Ítalo-americano Brian de Palma se inspirou bastante nestes giallos italianos (e não só no mestre do suspense Alfred Hitchcock) bebendo de várias fontes. Várias sequências lembram filmes como Vestida para Matar e, principalmente, Um Tiro na Noite, inclusive, este título em especial, desde a sequência inicial da mulher com casaco de pele as sequências noturnas à gravação das vozes. Aqui, um homem cego tem a incumbência de desvendar que é o assassino que utiliza um gato como isca. A trama é amarrada e possui boas sequências em especial a cena de assassinato no chuveiro (homenagem ao mestre Hitch em Psicose) e que é de uma violência gráfica espantosa. A direção de Sérgio Pastore é estilosa e arrojada, assim como, os grandes cineastas italianos. A direção de fotografia é um primor usando cores que vão do escuro ao avermelhado (de um charme só). O elenco está muito bem e todos se destacam com as presenças ilustres de Giacomo Rossi-Stuart e Sylva Koscina, sendo os mais conhecidos do elenco. Charmoso giallo italiano.
Queria ter gostado mais, a premissa é interessante, visualmente é muito bonito lembrando em alguns momentos até os filmes de Mario Bava mas faltou algo, a trama não prende e achei o final bem previsível, vale mais pela cena de assassinato no chuveiro que é bem brutal e as belas atrizes.
A trama é bem construída e me prendeu para descobrir quem era o assassino.
Agora, preciso dizer, sem marcar como spoiler, porque quem vai assistir precisa saber: o gato do título só aparece com quase 1 hora de filme.
Eu estava em dúvida entre Victor e François, mas também suspeitei muito do Burton, inclusive, achei que ele era o assassino. Na cena em que ele chega à casa de Peter, e Margot vai tomar banho, ele ri e sai de cena, e ela é assassinada, mas ele não aparece mais. Até o momento em que François é revelada como a assassina, eu realmente pensei que fosse ele. Isso ficou meio estranho...E ele não aparece mais depois disso
Gostei do personagem de Anthony Steffen (Peter Oliver), mas, convenhamos, é meio forçado um cego ter toda essa destreza e desvendar o caso mais do que a própria polícia.
Assistido em 26/05/2025
- demorou a aparecer o gato preto fazendo alguma coisa e o pobi ainda tem aquele destino cruel
- claro que um deficiente visual vai conseguir ser um investigador melhor que toda a policia
- a cena do chuveiro é bem pesada
- bom giallo
Pense num giallo meia boca
Após ter visto muitos giallos italianos e mais este título "Os Crimes do Gato Preto", vejo que o diretor Ítalo-americano Brian de Palma se inspirou bastante nestes giallos italianos (e não só no mestre do suspense Alfred Hitchcock) bebendo de várias fontes.
Várias sequências lembram filmes como Vestida para Matar e, principalmente, Um Tiro na Noite, inclusive, este título em especial, desde a sequência inicial da mulher com casaco de pele as sequências noturnas à gravação das vozes.
Aqui, um homem cego tem a incumbência de desvendar que é o assassino que utiliza um gato como isca.
A trama é amarrada e possui boas sequências em especial a cena de assassinato no chuveiro (homenagem ao mestre Hitch em Psicose) e que é de uma violência gráfica espantosa.
A direção de Sérgio Pastore é estilosa e arrojada, assim como, os grandes cineastas italianos. A direção de fotografia é um primor usando cores que vão do escuro ao avermelhado (de um charme só).
O elenco está muito bem e todos se destacam com as presenças ilustres de Giacomo Rossi-Stuart e Sylva Koscina, sendo os mais conhecidos do elenco.
Charmoso giallo italiano.
Queria ter gostado mais, a premissa é interessante, visualmente é muito bonito lembrando em alguns momentos até os filmes de Mario Bava mas faltou algo, a trama não prende e achei o final bem previsível, vale mais pela cena de assassinato no chuveiro que é bem brutal e as belas atrizes.