Em Londres Ivan Igor (Lionel Atwill), um escultor de figuras em cera, luta em vão para impedir que Joe Worth (Edwin Maxwell), seu sócio, ponha fogo no museu para receber o dinheiro do seguro. Após 12 anos, Ivan reaparece em Nova York para inaugurar seu próprio museu de cera, mas suas mãos mutiladas só permitem que eles dirija o trabalho de outros artistas. A abertura coincide com o súbito desaparecimento de alguns corpos, inclusive um do necrotério. Igor tem um sinistro interesse por Charlotte Duncan (Fay Wray), a noiva do Ralph Burton (Allen Vincent), seu assistente, mas termina por despertar as suspeitas da companheira de quarto de Charlotte, Florence Dempsey (Glenda Farrell), uma repórter.
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28/04/2026 (77°)
Como pode, em 1933, sem tecnologia nenhuma, com pouca experiência de pratica, conseguirem fazer filmes tão eficazes como se faziam antes? Fico encantado. Simples, direto, funcional na forma que as coisas se desenrolam.
Algumas atuações surpreendentemente boas, ja outras surpreendentemente ruins hahaha. O desfecho final é bom, a cena de fim de filme que mata tudo.
Detalhe, perceber que este foi o filme que gerou inspiração para a criação de A Casa de Cera me tirou um sorriso de fascínio pelo cinema do horror que sempre fui apaixonado e o amor só aumenta.
Belo filme!
Bom filme
Já conhecia a versão da mesma história de 1953 com Vincent Price à frente do elenco que para mim teve resultado superior a esta. Essa produção de 1933 tem um bom ritmo, um trabalho de direção de arte caprichado e um elenco em boa forma. Só perde pontos por não ter um clima de tensão maior. Algo que pode ser explicado pelo fato do filme não fazer uso de nenhuma trilha sonora. A loira Glenda Farrell me fez lembrar de Ginger Rogers.
Deixa de explorar muitas sequências que renderiam um suspense mais atraente,mas conta com uma direção de arte que impressiona e alguns bons nomes do gênero na época.
>Assistido em 27 de Maio de 2023