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Durante a histórica Expedição dos Mil, Giuseppe Garibaldi coloca em prática uma ousada estratégia para derrotar o exército dos Bourbon e avançar rumo à unificação da Itália. Enquanto a campanha avança, manobras criativas e imprevisíveis de dois soldados rebeldes são úteis para conquistar a Sicília. Repleta de blefes e ilusões, a missão é capaz de mudar o rumo da História.
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Drama histórico exibido no Festival de Rotterdam, escrito e dirigido pelo diretor Roberto Andó, um veterano cineasta que faz obras de arte ao mesmo tempo cult e moderno. Novamente trabalha com o nome mais importante da Itália do momento, premiado ano passado em Veneza, Toni Servillo – eles fizeram juntos pelo menos três longas que gosto muito, ‘Viva a liberdade’ (2013), ‘As confissões’ (2016) e ‘A estranha comédia da vida’ (2022). Nesta intrigante história real ocorrida nos anos finais do Risorgimento, a Unificação Italiana, Servillo interpreta o coronel siciliano Vincenzo Orsini, que liderou tropas para enfrentar o exército Bourbon, na campanha de 1860, de Giuseppe Garibaldi (papel aqui de Tommaso Ragno). Orsini e Garibaldi criam a Expedição dos Mil, na tentativa de conquistar Palermo; para tanto, organizam um mirabolante plano, de simular a retirada dos soldados para enganar os inimigos. Um filme de estratégias militares, que lembra uma partida de xadrez, onde cada movimento é decisivo. Apesar de poucos recursos, Andó realizou um filme diferenciado, de uma história esquecida e que se tornou emblemática para a Unificação da Itália na metade do século XIX. Bom figurino de época e diálogos auspiciosos impulsionam a trama de disputa de território e heroísmo. Exibido no 20º Festival de Cinema Italiano no Brasil, em 2025, com o título provisório e “A ilusão”, estreia hoje nas principais salas de cinema, com distribuição da Pandora Filmes. POR FELIPE BRIDA - Texto no blog Cinema-naweb blogspotcom
Drama histórico exibido no Festival de Rotterdam, escrito e dirigido pelo diretor Roberto Andó, um veterano cineasta que faz obras de ar ao mesmo tempo cult e moderno. Novamente trabalha com o nome mais importante da Itália do momento, premiado este ano em Veneza, Toni Servillo – eles fizeram juntos pelo menos três longas que gosto muito, ‘Viva a liberdade’ (2013), ‘As confissões’ (2016) e ‘A estranha comédia da vida’ (2022). Nesta intrigante história real ocorrida nos anos finais do Risorgimento, a Unificação Italiana, Servillo interpreta o coronel siciliano Vincenzo Orsini, que liderou tropas para enfrentar o exército Bourbon, na campanha de 1860, de Giuseppe Garibaldi (papel aqui de Tommaso Ragno). Orsini e Garibaldi criam a Expedição dos Mil, na tentativa de conquistar Palermo; para tanto, organizam um mirabolante plano, de simular a retirada dos soldados para enganar os inimigos. Um filme de estratégias militares, que lembra uma partida de xadrez, onde cada movimento é decisivo. Apesar de poucos recursos, Andó realizou um filme diferenciado, de uma história esquecida e que se tornou emblemática para a Unificação da Itália na metade do século XIX. Bom figurino de época e diálogos auspiciosos impulsionam a trama de disputa de território e heroísmo.
* Resenha publicada na semana de lançamento do filme nos cinemas, em 29/11/2025
POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom