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Duração
Nova York, início dos anos 80. A era disco está chegando ao fim. Em uma das mais badaladas discotecas da cidade, um grupo de jovens se encontra, dança e se diverte. Charlotte Pingress (Kate Beckinsale) e Alice Kinnon (Chloë Sevigny) são recém-formadas e trabalham em uma editora. À noite, procuram novos amores nas pistas de dança. Alice está de olho em Tom Platt (Robert Sean Leonard), um advogado ambientalista que acaba de romper com a namorada, e no publicitário Jimmy Steinway (Mackenzie Astin), mas seu jeito tímido e conservador não a ajuda muito. Em contrapartida, Charlotte é sexy e extrovertida, no entanto vive dando conselhos duvidosos para a amiga. Quando decidem dividir um apartamento (juntamente com Holly) os conflitos começam e cada uma passa a procurar o seu próprio caminho.
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Vivendo e aprendendo a dançar
Como retrato do fim de uma era o filme se sai bem. Só que desperdiça a boa ambientação e boa reconstituição do seu momento histórico com um roteiro mal escrito. Os personagens sem exceção são detestáveis. Principalmente a dupla de protagonistas. Enquanto uma dá um show de arrogância atrás do outro a outra aceita ser humilhada e ofendida o filme inteiro sem esboçar nenhuma reação. Até as cenas da discoteca que deveriam ser a melhor coisa do filme são poucas e mal coreografas. Até porque todo mundo dança muito mal nele. Do elenco ao roteiro quase nada se salva nesse filme. Melhor seria se tivesse revisto "Os embalos de sábado à noite".
Os Últimos Embalos da Disco é um filme muito bom, uma joia escondida nos anos 90, simplesmente esse filme é uma carta de amor a era disco, com diálogos afiados, personagens igualmente interessantes, e repleto de boa música, o filme mostra o auge e a decadência dessa era que deixou saudades em milhares de corações.
A trama é extremamente atraente, retrato de uma época, início dos 80’s, auge dos yuppies, entre papos produtivos, flertes, tensões para todo lado, o filme foca nas relações humanas, nas complexidades que enfrentamos no início da vida adulta, amores, desilusões, e os desafios de crescer em diversas áreas da vida num vindouro futuro.
Kate Beckinsale e Chlöe Sevigny no auge da beleza juvenil, e com uma química fantástica!
A cena onde Charlotte expõe na frente de todos os amigos que a amiga pegou gonorreia durante a relação sexual com Tom é inacreditável, mano, que amiga da onça kkkk
Um clássico!
Este clássico tem 3 coisas geniais: os diálogos extremamente inteligentes de sujeitos provenientes de uma geração yuppie em ascensão que tá ingressando nos anos 80, com muita ironia, arrivismo, oportunismo e falso moralismo; a trilha sonora fantástica; e a ambiência badalada da danceteria que justifica a defesa terminal do momento histórico pelo personagem de Josh Neff (Matt Kesslar). O filme rende muitas pérolas como "tio patinhas é tão sensual'', a discussão sobre a A Dama e o Vagabundo, a montagem pós-sequência do hino gospel entoado no hospital e a interpretação genial da 'amiga' falsiane invejosa e empatafoda personificada em Charlotte Pingress (Kate Beckingsale), que é um poço espirituoso de narcisismo e insegurança diante da beleza e inteligência de Alice Kinnon (Chloë Sevigny)
Os diálogos são chatos e vagos (me lembrou o estilo do Woody Allen, e por favor não me entendam mal, não que os diálogos dos filmes de Woody Allen sejam chatos, muito pelo contrário, são excelentes, eu falo no "estilo" de diálogo) mas a música e o visual são ótimos!