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Data de lançamento
31 Dez. 1997Duração
2ª metade do século XIX, Inglaterra. Oscar Hopkins (Ralph Fiennes) é um jovem padre anglicano que é também um desajustado e jogador compulsivo, mas tem um grande coração, pois dá parte dos seus ganhos para os pobres. Quando menino era membro de uma rígida família pentecostal, mas sentiu que Deus falava com ele através de sinais, que lhe diziam para deixar seu pai e sua fé e se juntar à Igreja Anglicana. Paralelamente uma jovem herdeira australiana, Lucinda Lepastrier (Cate Blanchett), que também sente atração pelo jogo, choca a sociedade da sua época com seu espírito independente e compra uma fábrica de vidro. Eles se conhecem em uma viagem de navio para a Austrália, quando ela o procura para se confessar e revela seu gosto pela jogatina. Neste momento a confissão toma um rumo informal, em virtude dos dois terem vícios idênticos. Logo estão ligados e têm a idéia de construir uma igreja totalmente de vidro, na intenção de levá-la para o interior da Austrália. Em razão dela não poder se ausentar, uma nova aposta é criada. Se Oscar conseguir levar a igreja até o destino ele fica com a herança dela, que é muito maior que a dele. Mas isto não tem importância, o importante é jogar. A travessia será toda feita por terra, pois Oscar desde criança tem fobia de mar. Esta viagem transformará a vida deles para sempre.
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Título complementar: Uma História de Amor e Loucura
Gente do céu, que filme mais enfadonho!
Só consegui assistir tudo enquanto tinha outra distração junto (bordado, no caso).
Sou muito fã da Blanchett, mas ela não era grande coisa nessa época!
cena melhor é quando Miriam Chadwick estrupa sem dó Oscar !!!
A história se torna cansativa pela longa duração e ter muito pouco a mostrar.
Vale muito pela dinâmica entre Fiennes e Blanchett e pela linda fotografia.
-Especial Cate Blanchett - 07 de Março de 2019
-Dou nota 5/10
Os personagens de Oscar e Lucinda se desenvolvem em torno de sua obsessão com o jogo, o que os une, mas nunca os une de fato. O romance tem prosa que sobe através de abstrações e imagens poéticas de tirar o fôlego. Ralph Feinnes é fascinante como um homem neurastênico de Deus. E, Cate Blanchett não é menos fascinante. Ela confere o caráter de Lucinda com uma obstinação que poucas atrizes conseguem imprimir. É um conto como nenhum outro, uma daquelas histórias de amor improváveis que fogem completamente do lugar comum.