Os dois ganham o mesmo carro em uma rifa, mas cada um tem um plano diferente para o automóvel: um quer vendê-lo e o outro, atravessar o país para conhecer uma estrela de Hollywood.
O rei das "gags" e das caretas, Jerry e seu contraponto perfeito : Dean, com seu ar, boa-praça canalha. Eterna "Sessão da tarde" que até hoje funciona mesmo com algumas piadas com data de vencimento ultrapassado. Mas faz rir e isso que importa.
"Ou Vai ou Racha" foi o último e derradeiro filme que Jerry Lewis fez com Dean Martin. A dupla fez no total 16 filmes entre os anos de 1949 e 1956. Jerry Lewis constatou que já nas filmagens, ele e Dean Martin não se falavam, exceto na hora das gravações das cenas. A relação entre os dois estava por um fio, por conta de uma série de discussões que surgiram antes e durante o período das filmagens. Pode-se dizer que as discussões que ocorreram durante as filmagens haviam sido decisivas para selar o fim da parceria com Martin. Este foi o único filme da dupla que Lewis se recusou a ver para não relembrar deste período difícil.
Anita Ekberg já tinha feito com a dupla o filme "Artists and Models". Depois, ela chegou a fazer com Dean Martin o filme "4 for Texas" e com Jerry Lewis, o filme "Way...Way Out". Já Pat Crowley, fez com a dupla o filme "Money from Home".
Produzido em 1956, "Ou Vai ou Racha" é tecnicamente considerado um dos melhores filmes da dupla. É um clássico dos primeiros anos da antológica Sessão da Tarde. Revendo-o novamente pelo Youtube, vale dizer que o entretenimento ainda continua garantido para os cinéfilos saudosistas e fãs das deliciosas comédias de antigamente.
Frank Tashlin não era um dos cineastas favoritos de Jean-Luc Godard por acaso: a sua anarquia estilística e auto-referencial oferece-nos um incremento muito inteligente às comédias cinqüentistas hollywoodianas. O seu entrosamento com Jerry Lewis é fascinante e a seqüências de abertura é excelente, hilária! Ri muito sozinho, mas não consegui me sintonizar adequadamente ao personagem de Dean Martin, não obstante apreciá-lo quando ele reconhece a sua canalhice anterior. Adorei a participação da Anita Ekberg e gosto das canções estaduais, que comentam o percurso dos personagens, até chegarem a Las Vegas e, depois, Hollywood. O cachorrão rouba muitas das cenas. Muito bom! Como disseram antes, a gênese de DÉBI & LÓIDE - DOIS IDIOTAS EM APUROS está aqui! (WPC>)
O rei das "gags" e das caretas, Jerry e seu contraponto perfeito : Dean, com seu ar, boa-praça canalha. Eterna "Sessão da tarde" que até hoje funciona mesmo com algumas piadas com data de vencimento ultrapassado. Mas faz rir e isso que importa.
13.07.2003
Vale dizer que este foi o último filme da dupla.
"Ou Vai ou Racha" foi o último e derradeiro filme que Jerry Lewis fez com Dean Martin. A dupla fez no total 16 filmes entre os anos de 1949 e 1956. Jerry Lewis constatou que já nas filmagens, ele e Dean Martin não se falavam, exceto na hora das gravações das cenas. A relação entre os dois estava por um fio, por conta de uma série de discussões que surgiram antes e durante o período das filmagens. Pode-se dizer que as discussões que ocorreram durante as filmagens haviam sido decisivas para selar o fim da parceria com Martin. Este foi o único filme da dupla que Lewis se recusou a ver para não relembrar deste período difícil.
Anita Ekberg já tinha feito com a dupla o filme "Artists and Models". Depois, ela chegou a fazer com Dean Martin o filme "4 for Texas" e com Jerry Lewis, o filme "Way...Way Out". Já Pat Crowley, fez com a dupla o filme "Money from Home".
Produzido em 1956, "Ou Vai ou Racha" é tecnicamente considerado um dos melhores filmes da dupla. É um clássico dos primeiros anos da antológica Sessão da Tarde. Revendo-o novamente pelo Youtube, vale dizer que o entretenimento ainda continua garantido para os cinéfilos saudosistas e fãs das deliciosas comédias de antigamente.
"Em todo o lugar do mundo tem um fã de cinema" ótimo filme e também divertido.
Frank Tashlin não era um dos cineastas favoritos de Jean-Luc Godard por acaso: a sua anarquia estilística e auto-referencial oferece-nos um incremento muito inteligente às comédias cinqüentistas hollywoodianas. O seu entrosamento com Jerry Lewis é fascinante e a seqüências de abertura é excelente, hilária! Ri muito sozinho, mas não consegui me sintonizar adequadamente ao personagem de Dean Martin, não obstante apreciá-lo quando ele reconhece a sua canalhice anterior. Adorei a participação da Anita Ekberg e gosto das canções estaduais, que comentam o percurso dos personagens, até chegarem a Las Vegas e, depois, Hollywood. O cachorrão rouba muitas das cenas. Muito bom! Como disseram antes, a gênese de DÉBI & LÓIDE - DOIS IDIOTAS EM APUROS está aqui! (WPC>)