Nicky (Luke Evans) e Gabriel (Billy Porter) estão juntos há treze anos e agora têm um filho de oito anos, Owen. Gabriel ama Owen mais que tudo; Nicky ama Gabriel mais que tudo. Apesar das aparências, Gabriel se sente insatisfeito com o casamento e diz a Nick querer o divórcio, levando os dois a uma batalha pela custódia que os força a enfrentar a nova realidade do que sentem um pelo outro e o amor que têm pelo seu filho.
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Uma boa surpresa! Apesar da não química entre os protagonistas, a sua proposta em relação a história é válida , importante e sai do lugar comum , como já mencionaram , a abordagem da adoração e de gays casados é mais velhos, teve seu diferencial.
Muito bom ver esse lado da adoção pelos casais gays. O filme retrata com boas atuações um enredo pouquíssimo encontrado nos filmes gays, mantendo a mesma receita dos filmes heteronormativos deste gênero de filme. Mostra a realidade de gays mais velhos também. Achei bem feito e bem construído.
29/03/25
Aquele tipo de filme onde os dois são babacas e cada um a sua maneira , tentam manipular a criança em próprio benefício. E no fim um cede e o outro resolve que o que o primeiro queria desde o início é o certo. Sessão da tarde versão gay. 🙄
Não imaginava que fosse gostar tanto, o filme apresenta perspectivas diferentes do que no geral vejo em filmes LGBTQIA+, e vejo muitos (...), a questão do divórcio, da guarda, de quem era "mais pai", sem dizer outros detalhes, como perfil dos personagens, a família e amigos... e o filme é objetivo, básico e sem aquela emoção visceral de filme gay... na medida.
É válido por se tratar de dois homens disputando a guarda do filho concebido a partir de uma barriga de aluguel, o que já demonstra algo interessante para se pensar novas configurações familiar.
No entanto, senti falta de conflitos reais, e nem falo sobre os demais personagens aceitando numa boa, pois muito me agrada ver que a homofobia não foi centralizada pelo roteiro.
Há aqui uma desilusão amorosa, com uma traição que nem é motivo de diálogo. A questão é mesmo a convivência, e isso, o filme teria muito a aprender com exemplares como "História de um casamento", pois tudo ficou meio superficial, do rompimento à reconciliação.
Mas está no caminho certo, especialmente sobre a importante representatividade da obra.