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Sinopse
O astro quarterback Drayton e a dançarina Dallas enfrentam desafios no relacionamento em meio à recuperação dele de um revés e às dúvidas dela sobre o futuro. O vínculo entre eles se desgasta enquanto lidam com a distância e as mudanças pessoais.
Vi o primeiro e fiquei surpreendida por um filme de romance tão fofo e com dois personagens mesmo adolescentes sendo maduros.
E aí decidiram cagar tudo nesse segundo filme! Eles de fato se comportam como dois adolescentes. Tomam decisões precipitadas. Que se resolveriam com uma conversa
Achei legal a forma de abordarem como mesmo morando na mesma cidade cada um tinha sua rotina e sua vida na faculdade
Mas literalmente essa é a vida de adulto quando se relaciona. Pessoas, dando conta de trabalho, estudo e tendo relações quanda da. Eu jovem tive semanas sem ver meu ex namorado, por que tava trabalhando, estudando … e ele idem!
Então achei meio blehhhh eles terminarem. E fora q odiei o final. Ela larga a faculdade dos sonhos e segue pra ser dançarina em um filme.
Cadê a Dallas que não queria nem namorar o Drayton por conta da sua audição na faculdade?
Minha grande bronca com comédias românticas é que eu sempre considero as atitudes dos personagens extremamente incompatíveis com o perfil, a idade e a mentalidade que teriam na vida real, e esse problema fica ainda mais acentuado quando vemos adolescentes à frente do gênero. No primeiro Sidelined (2024), meu descontentamento se deu devido a completa falta de conflitos interessantes entre Drayton e Dallas; nada que ameaçava o romance deles era verdadeiramente palpável. E, para minha surpresa, eles meio que corrigiram essa questão neste filme, trazendo um problema muito mais realista do que a maioria das romcoms costuma apresentar.
Drayton inicia sua carreira universitária como quarterback, lidando com a pressão dos treinos, da competitividade e das expectativas sobre seu desempenho. Ao mesmo tempo, mantém um relacionamento à distância com Dallas, que estuda dança em outra instituição e passa a viver uma rotina completamente diferente. Com o tempo, a distância, as novas amizades e os desafios individuais começam a afetar a relação.
É importante ressaltar que o que temos aqui é um grande clichê: um casal que foi o chamado high school sweetheart, ou seja, o primeiro amor, que tem dificuldade de enfrentar uma faculdade à distância, os novos relacionamentos e as novas interações. No final do filme passado, nós vimos que Drayton e Dallas deram um jeito de ficar próximos, mas isso não quer dizer que a relação deles estava garantida pelo resto da vida.
Uma coisa que me agradou muito neste filme foi o amadurecimento dos personagens: ambos os protagonistas estão muito dedicados aos seus próprios universos, ele no futebol americano e ela na dança. Eles sabem que o que está em jogo é o futuro de cada um e estão determinados a agarrar essa oportunidade, e é justamente isso que acaba afastando os dois. Esse foi o ponto que mais me agradou no filme, porque finalmente temos um conflito real, palpável e interessante. Não há um vilão ou um novo interesse amoroso forçando a separação; são apenas duas pessoas amadurecendo e se afastando naturalmente, sem saber exatamente como resolver a situação.
Outro ponto que me surpreendeu bastante é que temos novos vértices para possíveis interesses amorosos de ambos os protagonistas, mas, diferente do esperado, quando ocorre o término entre eles, ninguém sai correndo para um novo parceiro. Eles se mantêm fiéis aos seus sentimentos, algo bastante incomum dentro do gênero.
Sobre o elenco, Charles Gillespie, lindo como sempre, é uma excelente adição. Noah Beck melhorou bastante; mas desta vez, aparece menos sem camisa — o que acaba sendo um ponto negativo. Já Siena Agudong continua sendo o grande destaque em cena, mantendo o mesmo nível consistente do longa anterior. Um ponto triste é a breve participação de James Van Der Beek, cuja aparência já estava bem abatida. Provavelmente foi um de seus últimos trabalhos, já sendo visível o avanço da doença que o mataria poucos meses depois, o que torna sua presença ainda mais melancólica.
Porém nem tudo são flores: essa sequência ainda é previsível, simplória e com muito a evoluir para se tornar uma comédia romântica realmente marcante. Ainda assim, é inegável que houve uma melhora significativa em relação ao anterior. Os protagonistas estão melhores, a dinâmica do casal é mais interessante e isso torna a experiência mais agradável. Até parece que o orçamento aumentou um pouco, já que as cenas de futebol americano de Drayton passaram de dois para cinco segundos, o que já dá uma sensação de maior investimento. Não sei se haverá uma continuação, mas, caso aconteça, existe potencial para que a franquia finalmente amadureça e deixe de lado os estereótipos adolescentes em busca de algo mais sólido e bem construído.
Vi o primeiro e fiquei surpreendida por um filme de romance tão fofo e com dois personagens mesmo adolescentes sendo maduros.
E aí decidiram cagar tudo nesse segundo filme!
Eles de fato se comportam como dois adolescentes. Tomam decisões precipitadas.
Que se resolveriam com uma conversa
Fora o final ridículo
Achei legal a forma de abordarem como mesmo morando na mesma cidade cada um tinha sua rotina e sua vida na faculdade
Mas literalmente essa é a vida de adulto quando se relaciona. Pessoas, dando conta de trabalho, estudo e tendo relações quanda da. Eu jovem tive semanas sem ver meu ex namorado, por que tava trabalhando, estudando … e ele idem!
Então achei meio blehhhh eles terminarem.
E fora q odiei o final. Ela larga a faculdade dos sonhos e segue pra ser dançarina em um filme.
Cadê a Dallas que não queria nem namorar o Drayton por conta da sua audição na faculdade?
Se tivessem apostado em uma série, tipo agua com açúcar teriam acertado muito mais do que fazer uma continuação em filme.
Chato 😒
SIDELINED 2: INTERCEPTED
Direção: Justin Wu
Ano: 2025
Assistido em: 22/03/2026
Minha grande bronca com comédias românticas é que eu sempre considero as atitudes dos personagens extremamente incompatíveis com o perfil, a idade e a mentalidade que teriam na vida real, e esse problema fica ainda mais acentuado quando vemos adolescentes à frente do gênero. No primeiro Sidelined (2024), meu descontentamento se deu devido a completa falta de conflitos interessantes entre Drayton e Dallas; nada que ameaçava o romance deles era verdadeiramente palpável. E, para minha surpresa, eles meio que corrigiram essa questão neste filme, trazendo um problema muito mais realista do que a maioria das romcoms costuma apresentar.
Drayton inicia sua carreira universitária como quarterback, lidando com a pressão dos treinos, da competitividade e das expectativas sobre seu desempenho. Ao mesmo tempo, mantém um relacionamento à distância com Dallas, que estuda dança em outra instituição e passa a viver uma rotina completamente diferente. Com o tempo, a distância, as novas amizades e os desafios individuais começam a afetar a relação.
É importante ressaltar que o que temos aqui é um grande clichê: um casal que foi o chamado high school sweetheart, ou seja, o primeiro amor, que tem dificuldade de enfrentar uma faculdade à distância, os novos relacionamentos e as novas interações. No final do filme passado, nós vimos que Drayton e Dallas deram um jeito de ficar próximos, mas isso não quer dizer que a relação deles estava garantida pelo resto da vida.
Uma coisa que me agradou muito neste filme foi o amadurecimento dos personagens: ambos os protagonistas estão muito dedicados aos seus próprios universos, ele no futebol americano e ela na dança. Eles sabem que o que está em jogo é o futuro de cada um e estão determinados a agarrar essa oportunidade, e é justamente isso que acaba afastando os dois. Esse foi o ponto que mais me agradou no filme, porque finalmente temos um conflito real, palpável e interessante. Não há um vilão ou um novo interesse amoroso forçando a separação; são apenas duas pessoas amadurecendo e se afastando naturalmente, sem saber exatamente como resolver a situação.
Outro ponto que me surpreendeu bastante é que temos novos vértices para possíveis interesses amorosos de ambos os protagonistas, mas, diferente do esperado, quando ocorre o término entre eles, ninguém sai correndo para um novo parceiro. Eles se mantêm fiéis aos seus sentimentos, algo bastante incomum dentro do gênero.
Sobre o elenco, Charles Gillespie, lindo como sempre, é uma excelente adição. Noah Beck melhorou bastante; mas desta vez, aparece menos sem camisa — o que acaba sendo um ponto negativo. Já Siena Agudong continua sendo o grande destaque em cena, mantendo o mesmo nível consistente do longa anterior. Um ponto triste é a breve participação de James Van Der Beek, cuja aparência já estava bem abatida. Provavelmente foi um de seus últimos trabalhos, já sendo visível o avanço da doença que o mataria poucos meses depois, o que torna sua presença ainda mais melancólica.
Porém nem tudo são flores: essa sequência ainda é previsível, simplória e com muito a evoluir para se tornar uma comédia romântica realmente marcante. Ainda assim, é inegável que houve uma melhora significativa em relação ao anterior. Os protagonistas estão melhores, a dinâmica do casal é mais interessante e isso torna a experiência mais agradável. Até parece que o orçamento aumentou um pouco, já que as cenas de futebol americano de Drayton passaram de dois para cinco segundos, o que já dá uma sensação de maior investimento. Não sei se haverá uma continuação, mas, caso aconteça, existe potencial para que a franquia finalmente amadureça e deixe de lado os estereótipos adolescentes em busca de algo mais sólido e bem construído.
Achei um filme regular, mas dá pra assistir.