Em 1936, quando as aldeias palestinas se revoltam contra o domínio colonial britânico, Yusuf navega entre Jerusalém e sua casa rural, em meio a uma crescente agitação e um momento crucial para o Império Britânico.
Queria muito ver, e ainda verei pela importância histórica de um filme assim, mas pelos comentários sinto que deveria ser mais combativo e o fato de usar IA em momentos do filme me desanima. No entanto, ainda verei!
Um bom filme, que busca mostrar o pontapé inicial de um conflito que se arrasta há quase 100 anos. Obviamente, o filme tem um lado (até porque foi patrocinado por uma instituição palestina, mas esse nem é o ponto), porém não vilaniza ninguém. Quase nem cita os judeus, não há sequer personagens judeus e muito menos tenta dizer “foi o povo X que matou Y e assim começou esse ciclo”. O filme vem para contar uma parte que pouquíssimos conhecem: que tudo nasceu no (podre) colonialismo.
Hoje, anos depois, vemos como tudo isso era uma loucura. Mas, na época, para as potências, era completamente normal retirar os domínios coloniais de uma nação colonizadora e assumir esse papel, obrigando aquele povo a mudar costumes e até a forma de calcular e dividir suas terras, tudo porque o colonizador acreditava estar fazendo o certo, e se recusar é vala.
O filme é Palestina 36, mas os conflitos continuaram por mais 10 anos, ainda contra o Reino Unido.
São diversas histórias, tanto dos envolvidos diretamente quanto dos indiretamente, de como o conflito arrastou até as almas mais bondosas para a guerra ou para a contagem de falecidos.
Achei que ficou aquém… tinha mais para contar. E achei o filme muito mal editado. Cenas cortadas a meio, sem contexto, sem edição cuidada…
Queria muito ver, e ainda verei pela importância histórica de um filme assim, mas pelos comentários sinto que deveria ser mais combativo e o fato de usar IA em momentos do filme me desanima. No entanto, ainda verei!
Um bom filme, que busca mostrar o pontapé inicial de um conflito que se arrasta há quase 100 anos. Obviamente, o filme tem um lado (até porque foi patrocinado por uma instituição palestina, mas esse nem é o ponto), porém não vilaniza ninguém. Quase nem cita os judeus, não há sequer personagens judeus e muito menos tenta dizer “foi o povo X que matou Y e assim começou esse ciclo”. O filme vem para contar uma parte que pouquíssimos conhecem: que tudo nasceu no (podre) colonialismo.
Hoje, anos depois, vemos como tudo isso era uma loucura. Mas, na época, para as potências, era completamente normal retirar os domínios coloniais de uma nação colonizadora e assumir esse papel, obrigando aquele povo a mudar costumes e até a forma de calcular e dividir suas terras, tudo porque o colonizador acreditava estar fazendo o certo, e se recusar é vala.
O filme é Palestina 36, mas os conflitos continuaram por mais 10 anos, ainda contra o Reino Unido.
São diversas histórias, tanto dos envolvidos diretamente quanto dos indiretamente, de como o conflito arrastou até as almas mais bondosas para a guerra ou para a contagem de falecidos.
Jeremy Irons é bom em qq coisa que faz.
Representante da Palestina no Oscar 2026, na categoria de Melhor Filme Internacional.