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A realidade de muitas mulheres eram à época assim, e ainda são. Especialmente mulheres (e homens) em ambientes frios e hostis como aquele. Fora a própria personalidade travada e dura da Mary. Já a Charlotte era depressiva pois foi silenciada em seu casamento. O silêncio da obra não me incomodou, porque muito se é falado com olhares e expressões. Adorei o filme, bastante diferente do clichê romântico lésbico usual. Atuações ótimas!
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Bons filmes!
Equipe Filmow
Veja que Massa:
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tem outro ainda, pera ae......
"VIDA A ECOARTE"
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Entrando vai ver um mundo de coisas legais, taaa, vai e faça parte!
Valeria, obrigado por aceitar e deixa eu te dar essa dica:
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Se ainda não viu, Não deixe de ver. Uma obra prima da Estônia (até pra fugir um pouco à mesmice hollywoodiana, rsrsrs).
Abraços.
Após as redes sociais terem seguido uma engenharia social viciante e hiperestimulante de forma proposital, com artifícios como videos curtos e feed infinito e principalmente após o advento da superestimada IA generativa, o filme parece mais atual que nunca.
(alerta de spoiler leve)
É engraçado que no filme ninguém usa celular, apenas TV, em 2006 eles não imaginaram que estaríamos vivendo em 2026 um inferno onde uns 90% da pessoas passam 24 horas por dia com o celular na mão e olhando para baixo o tempo inteiro.
No filme também há poucos robôs, outro erro, ou eles achavam que robôs seriam inofensivos porque ainda não havia perspectiva de IA como temos hoje. Outro ponto que me chamou atenção é que o filme se passa daqui a mais de 200 anos e o dinheiro de papel ainda existe. Seríamos mais espertos se ainda existisse até lá, mas na vida real em 2026 caminhamos para o tecnofeudalismo e tecnofascismo a passos largos, onde somos obrigados a usar tudo apenas no celular, para maior controle de todos nós. Aquela tatuagem que controla os cidadãos no filme é na verdade nosso smartphone (e as câmeras de vigilância de reconhecimento facial).
O filme é escrachado, mas a crítica em si faz ele valer a pena. Talvez o escracho seja proposital, pra atingir um público maior e ter mais utilidade em fomentar reflexões não apenas em nichos.
(texto escrito sem IA, graças a Deus rsrs)