Não é o tipo de comédia que eu curto, mas os efeitos especiais da época impressionam, a cena de dança entre os empregados da mansão é um absurdo e Martha Raye é fantástica.
Estanho que eu nunca tenha sequer ouvido falar deste filme (já sei que, por motivos óbvios, é um dos favoritos do Joe Dante): é uma loucura absoluta, um dos filmes mais anárquicos que vá vi! É como se os Irmãos Marx protagonizassem um filme do Jean Cocteau, com roteiro de Mel Brooks, Monty Python e Charlie Kaufman, além das coreografias de Busby Berkeley. A mistura é essa mesma. Fiquei espantado com o sobejo de "quebras de quarta parede", manipulações do quadro e escritas diretas na tela. Antecipa tudo o que amo na comédia, e que amo hoje. E leva a metalinguagem cartunesca aos níveis mais extremos. A seqüência de abertura, no inferno, é inacreditável! Quase tudo no filme, aliás: o ritmo mantém em alta, frenético, ainda que dê uma moderada quando os números musicais insurgem. Mesmo sem entender nada (pois eu estava vendo o filme com legendas em inglês), minha mãe se papoucava de rir, ao meu lado - e eu gargalhava também. Descobri este título por conta de um encontro cineclubista iminente, e o achei esplêndido: que descoberta magistral! (WPC>)
Comédia musical em preto e branco da Mayfair Productions Inc. e Universal Pictures indicada ao Oscar de melhor canção original. Trata-se de uma adaptação da revista montada na Broadway pela dupla Ole Olsen (1892-1963) e Chic Johnson (1896-1962), comediantes populares nos EUA nas décadas de 1930 e 1940. "Hellzapoppin" (sem o apóstrofo) fez um enorme sucesso, tendo tido estonteantes 1404 apresentações entre 1938 e 1941.
Créditos: "......qualquer semelhança entre HELLZAPOPPIN' e um filme é mera coincidência." A equipe cômica de Chic Johnson e Ole Olsen escreveu e produziu a crítica e atuou como apresentadores do show. Tal como aconteceu com o filme, o show da Broadway foi uma mistura de esquetes cômicos absurdos, números musicais cômicos, comediantes e participação do público.
Em uma rica mansão, o produtor Jeff Hunter tenta montar um espetáculo musical, enquanto corteja a rica proprietária Kitty Rand, que está noiva de Woody Taylor. Pepi, aristocrata russo falido, corre atrás da jovem Betty Johnson, ao mesmo tempo em que um detetive particular, chamado Quimby, investiga tudo isso...
Uma das produções mais esquisitas e mais loucas comédias musicais de Hollywood: um filme rápido e alguns momentos engraçados, cheio de nonsense concentrado e interrupções abruptas, zombando de quase todos os princípios narrativos e dramatúrgicos.
Não é o tipo de comédia que eu curto, mas os efeitos especiais da época impressionam, a cena de dança entre os empregados da mansão é um absurdo e Martha Raye é fantástica.
Estanho que eu nunca tenha sequer ouvido falar deste filme (já sei que, por motivos óbvios, é um dos favoritos do Joe Dante): é uma loucura absoluta, um dos filmes mais anárquicos que vá vi! É como se os Irmãos Marx protagonizassem um filme do Jean Cocteau, com roteiro de Mel Brooks, Monty Python e Charlie Kaufman, além das coreografias de Busby Berkeley. A mistura é essa mesma. Fiquei espantado com o sobejo de "quebras de quarta parede", manipulações do quadro e escritas diretas na tela. Antecipa tudo o que amo na comédia, e que amo hoje. E leva a metalinguagem cartunesca aos níveis mais extremos. A seqüência de abertura, no inferno, é inacreditável! Quase tudo no filme, aliás: o ritmo mantém em alta, frenético, ainda que dê uma moderada quando os números musicais insurgem. Mesmo sem entender nada (pois eu estava vendo o filme com legendas em inglês), minha mãe se papoucava de rir, ao meu lado - e eu gargalhava também. Descobri este título por conta de um encontro cineclubista iminente, e o achei esplêndido: que descoberta magistral! (WPC>)
Ninguém hoje em dia dança tão bem quanto o grupo de dançarinos nesse filme.
Comédia musical em preto e branco da Mayfair Productions Inc. e Universal Pictures indicada ao Oscar de melhor canção original. Trata-se de uma adaptação da revista montada na Broadway pela dupla Ole Olsen (1892-1963) e Chic Johnson (1896-1962), comediantes populares nos EUA nas décadas de 1930 e 1940. "Hellzapoppin" (sem o apóstrofo) fez um enorme sucesso, tendo tido estonteantes 1404 apresentações entre 1938 e 1941.
Créditos: "......qualquer semelhança entre HELLZAPOPPIN' e um filme é mera coincidência." A equipe cômica de Chic Johnson e Ole Olsen escreveu e produziu a crítica e atuou como apresentadores do show. Tal como aconteceu com o filme, o show da Broadway foi uma mistura de esquetes cômicos absurdos, números musicais cômicos, comediantes e participação do público.
Em uma rica mansão, o produtor Jeff Hunter tenta montar um espetáculo musical, enquanto corteja a rica proprietária Kitty Rand, que está noiva de Woody Taylor. Pepi, aristocrata russo falido, corre atrás da jovem Betty Johnson, ao mesmo tempo em que um detetive particular, chamado Quimby, investiga tudo isso...
Esse filme tem uma energia inacreditável.