Num vilarejo suíço; uma equipe de filmagem prepara um filme sobre os antigos mestres da pintura. Mas o diretor polonês, Jerzy, tem alguns problemas em encontrar a luz certa para o filme, e as filmagens estão inutilizáveis. Em meio a isto, ele começa a relacionar-se com duas mulheres locais: Hanna, a proprietária do hotel, e Isabelle, que está desempregada após envolver-se exaustivamente em questões sindicais na fábrica onde trabalhava. Os sentimentos de Jerzy oscilam entre a simpatia pela causa de Isabelle e o charme excitante de Hanna.
Gulla (o chefe da fábrica e marido de Hanna) está mais preocupado com o gerenciamento de suas máquinas do que com os flertes de sua esposa. Graças à um financiamento americano, as filmagens de Jerzy podem continuar nos Estados Unidos. Com a partida de todos, Hanna e Isabelle decidem seguir o caminho de Jerzy em direção à Polônia.
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Tecnicamente o filme é bom, a direção de Godard tem grande qualidade, mas no geral fica parecendo que o diretor que emular coisas que já tinham sido reproduzidas em sua filmografia, então o resultado não acaba sendo tão inovador assim ou até mesmo com um grande destaque, ainda mais que isso é somado a um roteiro um tanto tedioso em alguns momentos, ainda mais se comparado com outras obras do diretor. No geral, Passion acaba não sendo um filme ruim, mas quem também não tem nada de relevante.
** (Regular)
prefiro dar de cara com a pm q mais mata no br sem bodycam numa madrugada do que gastar qualquer quantia do meu tempo de novo vendo qualquer coisa de um f*dido feito godard. ver essa caceta em aula então é pior ainda.
Imagens muito boas, num filme realmente bonito, mas que precisa de um manual de instruções pra conseguir entender um pouco mais do que Godard queria dizer. E mesmo assim é complicado.
Godard embarca aqui na história de um cineasta com problemas para concluir seu trabalho. Existem outros filmes sobre esse tema como os clássicos 8 1/2 (1963), de Fellini e A Noite Americana (1973), de Truffaut (e mais recentemente Era Uma Vez em Hollywood, de Tarantino). O próprio Godard já o havia explorado no também clássico O Desprezo (1963). Mas esse Paixão fica no meio do caminho, diluído pela linguagem fragmentada de Godard. O resultado é uma sucessão de belas imagens para um fiapo de roteiro.
Depois de descobrir que o Godard é uma besta humana nojenta, passei a implicar demais com os filmes dele, especialmente esta picuinha barata que ele possui com o som, apesar deste ser um filme sobre a luz. Enfim Godard esboça alguma observação sobre as relações de trabalho com amor e paixão mas é Godard né e em geral suas saladas de frutas são intencionalmente sem conteúdo para assim ele manter o status de gênio que alguns concederam à ele, equivocadamente.