Tem dois grandes momentos que vc, geração y como eu, vai sempre se lembrar: onde vc estava qdo aconteceu o 11 de setembro e como se sentiu durante o toque de recolher do PCC aqui em SP.
Através das entrevistas e imagens de arquivo dá pra ter uma visão geral de como a facção foi idealizada e evoluiu nas últimas décadas. Para se entender essa trajetória as entrevistas com os criadores e lideranças do PCC são muito úteis, principalmente a do Macarrão que é a mais esclarecedora. Lamentável que o Marcola não tenha sido autorizados pelas autoridades a ser entrevistado, certamente ele iria enriquecer ainda mais o conteúdo da produção.
Apesar disso o documentário ainda é bastante informativo. É possível ter uma visão imparcial e entender as origens do movimento, que inicialmente buscava lutar pela melhoria das condições de vida dos presidiários nas cadeias do estado de São Paulo. E como a organização foi ficando mais sofisticada ao longo do tempo, expandindo suas ações para fora dos presídios e finalmente adquirindo as características de crime organizado baseado no narcotráfico.
A série coloca os caras como heróis temidos, inteligentes, fantásticos, com uma ética inabalável! Me poupe, né? Eu gostei, mas fico puta com essa exaltação de bandido!
Tem partes interessantes, como os relatos do Macarrão e do promotor Gakiya, mas o excesso de depoimentos dos familiares além de cansativo, tira o foco da ligação dos acontecimentos da história da organização. Por isso, embora o documentário apresente os fatos, não deixa claro o porque eles ocorreram.
Tem dois grandes momentos que vc, geração y como eu, vai sempre se lembrar: onde vc estava qdo aconteceu o 11 de setembro e como se sentiu durante o toque de recolher do PCC aqui em SP.
Através das entrevistas e imagens de arquivo dá pra ter uma visão geral de como a facção foi idealizada e evoluiu nas últimas décadas. Para se entender essa trajetória as entrevistas com os criadores e lideranças do PCC são muito úteis, principalmente a do Macarrão que é a mais esclarecedora. Lamentável que o Marcola não tenha sido autorizados pelas autoridades a ser entrevistado, certamente ele iria enriquecer ainda mais o conteúdo da produção.
Apesar disso o documentário ainda é bastante informativo. É possível ter uma visão imparcial e entender as origens do movimento, que inicialmente buscava lutar pela melhoria das condições de vida dos presidiários nas cadeias do estado de São Paulo. E como a organização foi ficando mais sofisticada ao longo do tempo, expandindo suas ações para fora dos presídios e finalmente adquirindo as características de crime organizado baseado no narcotráfico.
Vale a pena pelos relatos...
Seria legal a gente ter visto o Marcola falando, pena que não rolou.
A série coloca os caras como heróis temidos, inteligentes, fantásticos, com uma ética inabalável!
Me poupe, né? Eu gostei, mas fico puta com essa exaltação de bandido!
Tem partes interessantes, como os relatos do Macarrão e do promotor Gakiya, mas o excesso de depoimentos dos familiares além de cansativo, tira o foco da ligação dos acontecimentos da história da organização. Por isso, embora o documentário apresente os fatos, não deixa claro o porque eles ocorreram.