Agredida pelos patrões, Estela, empregada doméstica em Rio Verde, norte de Minas, foge com a trouxa na cabeça. Um chofer de caminhão a protege de um ataque em um posto de gasolina, a leva para casa, e lhe arranja colocação no bordel da cafetina Emília.
- aquele começo é o verdadeiro inferno, ainda bem que ela sai logo daquela casa
- e o caminhoneiro é o capeta, sempre tentando levar ela pro mau caminho
- tem umas atuações bem robóticas, mas outras excelentes demais
Tragicômico.
ridículo e patético ...
De um charme brasileiríssimo único.
Maravilhoso, espetacular! Fiquei tão empolgado com o que vi neste filme que, no mesmo dia em que o descobri, fiz questão de revê-lo, bem-acompanhado - e, nossa, como a experiência secundária foi igualmente prazenteira! Já tinha visto dois outros filmes do mesmo diretor e me impressionado positivamente com a sua excelência na utilização de canções como extensões narrativas, mas o que ele faz aqui é primoroso, exemplar, sublime! O mesmo pode ser dito acerca das interpretações, propositalmente artificiais em seu viés poético, mas definitivamente encantatórias: a protagonista é ótima, o seu apaixonado verborrágico idem. E aquela tresloucada que aparece nos minutos finais? Hilária! Mas, para além deste efeito risório, o filme é seríssimo, belíssimo, doloroso em seu realismo e também político. Gostei muito! Farei questão de recomendá-lo aos meus amigos com fervor... uau! (WPC>)