Lost in La Mancha é um making-of de um filme que não foi terminado. Com base em dramas que vão de conflitos pessoais a tempestades épicas, este é um retrato da desintegração de um filme. Em setembro de 2000, quando os câmeras começaram a rodar a adaptação de Terry Gilliam para Dom Quixote, a produção já contabilizava dez anos de projeto e duas tentativas frustradas de dar início às filmagens. Como um Quixote contemporâneo, o visionário Gilliam se mostra habituado a enfrentar a força descomunal dos dragões hollywoodianos. Sua tarefa agora é conseguir 32 milhões de dólares com patrocinadores europeus, o que lhe daria maior liberdade de criação. Tem início um excitante diálogo entre o filme de Gilliam e o “un-making of” Perdido em La Mancha, que inclui toda sorte de desastres, desde uma inundação que afeta os equipamentos à doença que impossibilita o ator protagonista de trabalhar.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Terry Gilliam mito mais quixotesco que o próprio Quixote – é impossível separar a adaptação de todo esse fiasco.
O mundo precisa que q safra de documentários sobre filmes que nunca foram aumente. Eu amo descobrir as treta por trás dos trem.
Quando começam as filmagens, fica tudo mais divertido e dramático. Rola cada absurdo. rs
Uma grande história sobre uma tremenda frustração pra Gilliam, pro cinema e pros cinéfilos.
Muito angustiante! Mesmo vc sabendo que o filme não vai dá certo, vc continua torcendo pra que dê. Uma pena para Jean Rochefort
(mesmo ele sendo uma das principais causa do fracasso do filme mesmo sem culpa)
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