Quarta versão que assisto e essa acabou sendo a mais fraca apesar de curtir muito o cinema argentino. A francesa e italiana são as melhores com a espanhola ainda sendo levemente superior. Mudam poucas falas e continua sendo uma trama interessante e divertida.
Como não assisti as outras versões, não vou comparar. O filme começa de certo modo até chato, mas a partir do momento que começa o jogo a tensão aumenta e é interrompida com boas doses de humor e ironia. E o final do final passa bem diferente daquilo que se possa imaginar. Nota 8,5.
É impossível não comparar as versões. A mesma idéia, basicamente o mesmo roteiro. São detalhes em sabores diferentes pelo caldo cultural e tempo espaço de cada pais.
É um teatro com apenas um ato e uma cena. Como obra de Dionísio, encontrei primeiro a versão teatral mais sóbrea, mais realista, mais fluída em comparação à sua irmã maior e mais velha, Espanha.
E se a primeira impressão é a que fica, é sempre um orgulho ver uma produção latino-americana se igualar ao coquetel de emoções que o banquete espanhol costuma oferecer. Superá-lo então, é um deleite.
Das quatro versões que eu assisti até agora dessa história (Itália, Espanha, México e França), achei que essa versão mexicana é a que pega mais pesado na comédia. Mas o texto e o elenco continuam ótimos, com destaque para a maravilhosa Mariana Treviño.
Eu adoro esses filmes e já assisti a versão da Espanha e da França. Essa foi a mais fraca mas ainda assim, o roteiro não permite que a obra seja ruim. Já to indo assistir os outros.
Quarta versão que assisto e essa acabou sendo a mais fraca apesar de curtir muito o cinema argentino. A francesa e italiana são as melhores com a espanhola ainda sendo levemente superior. Mudam poucas falas e continua sendo uma trama interessante e divertida.
Como não assisti as outras versões, não vou comparar. O filme começa de certo modo até chato, mas a partir do momento que começa o jogo a tensão aumenta e é interrompida com boas doses de humor e ironia. E o final do final passa bem diferente daquilo que se possa imaginar. Nota 8,5.
É impossível não comparar as versões.
A mesma idéia, basicamente o mesmo roteiro. São detalhes em sabores diferentes pelo caldo cultural e tempo espaço de cada pais.
É um teatro com apenas um ato e uma cena.
Como obra de Dionísio, encontrei primeiro a versão teatral mais sóbrea, mais realista, mais fluída em comparação à sua irmã maior e mais velha, Espanha.
E se a primeira impressão é a que fica, é sempre um orgulho ver uma produção latino-americana se igualar ao coquetel de emoções que o banquete espanhol costuma oferecer. Superá-lo então, é um deleite.
Das quatro versões que eu assisti até agora dessa história (Itália, Espanha, México e França), achei que essa versão mexicana é a que pega mais pesado na comédia. Mas o texto e o elenco continuam ótimos, com destaque para a maravilhosa Mariana Treviño.
Eu adoro esses filmes e já assisti a versão da Espanha e da França. Essa foi a mais fraca mas ainda assim, o roteiro não permite que a obra seja ruim.
Já to indo assistir os outros.