A trama segue a estrela do rock Haley (Browning), que se perde na vida quando seu irmão e parceiro de banda morre de overdose. Quando seu novo álbum fracassa e Haley se envolve com um novo guitarrista, Enzo (Xavier Samuel), as coisas saem do controle de vez.
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Pensa num filme ruim. Agora eleve-o a enésima potência. Aqui as chamadas "roteiradas" não conhecem limites.
Catherine Hardwicke já foi bem melhor do que isso.
Um filme fraco para mediano, com um vilão bem meia-boca, ao meu ver, embora a protagonista e seu marido façam um bom trabalho. O roteiro poderia ser melhor... Vale a pena apenas pra quem curte a premissa.
Alerta de spoiller:
Vi tantas produções com o ator Cam Gigandet sendo um fdp que meio que fiquei feliz de ver ele sendo corno no filme rsrs
Tem uma crescente boa, aquela coisa da banda querendo lugar as trevas, ou sol, nesse caso as trevas, pelo estilo, emo cyber, as mazelas, o envolvimento da vocalista, som pesado e sexo, estava bem maneiro mesmo essa salada, ate meio que imaginei que ia pelo caminho que foi...
O guitarrista novo, a superstar, aquela coisa do astro, curtir todas, e ate a fase do branco criativo, que Hayley encontro em Enzo seu muso, realmente a obra foi por um caminho bem bacana, tudo em paralelo com a vida pacata do lado família, marido e filhos..ate o fã obsessivo tem..
Mas ai o roteiro, ou melhor o roteirista pensou: está legal demais, vou a partir daqui fazer mais o mesmo, sei lá, deu preguiça de terminar, e o filme vira para velha temática psico problemático..e ai...bom, o filme não e ruim tem um clima , rock, ate legalzinho, e sensualidade das boas, vontades e consequências, e apesar do final cair no trivial, nao mata toda obra..so fica a aquela sensação de , denovooo !!
PLUSH
Catherine Hardwicke
Ano: 2013
Assistido em: 03/11/2023
Cinema não é uma arte exata, não existe uma receita que caso seja seguida, impreterivelmente resultará em um bom trabalho, mas existem alguns conceitos que precisam ser respeitados, caso contrário você pode até ter uma boa história, mas que não chegará a ser um bom filme, e não há nada mais decepcionante do que ver algo que tinha muito potencial não atingir o nível que poderia ter atingido.
Hayley tinha uma banda de sucesso, entretanto ela teve que dar uma pausa na carreira devido ao fato de ter se casado e engravidado de gêmeos, e mais tarde, ao falecimento de seu irmão e parceiro, Jack. Passado alguns anos Hayley decide retomar a sua profissão, para substituir Jack, ela acaba contratando Enzo, um homem extremamente misterioso, com o qual ela desenvolverá uma aproximação perigosa. Quando Hayley e Enzo ultrapassam os limites profissionais, ela vai perceber que está colocando seu casamento com Carter e sua família em um risco que ela não poderia imaginar.
Suspenses eróticos não tem muito tem inovação, e não tem problema, gosto deles mesmo assim, o que me incomoda muitas vezes é ver como a execução da história é toda atropelada, “Plush” apresenta uma história até interessante, uma artista que após o período de luto, decide retomar a carreira, mas devido às críticas muito pesadas que recebeu, acaba se envolvendo com um cara que aparenta ser a inspiração que ele precisava, só que o grande problema existente aqui, é que Catherine Hardwicke parece que não estava sabendo contar essa história, ou melhor, parece que está faltando pedaços da história. A péssima edição, faz com que as coisas não se conectem, não existe progressão narrativa, os personagens mudam radicalmente como se uma chave fosse virada, sem que a história apresente elementos que justifiquem tais mudanças.
A primeira cena é um assassinato, e logo em seguida vamos para a apresentação da protagonista, que não tem absolutamente nada a ver com a cena anterior. Enzo é retratado a princípio como um homem de espírito livre, um artista sem muitas ligações com as burocracias da vida, e que se transforma em um psicopata do nada, até temos uma cena dele gritando com um menino, mas até aí tudo normal, já que gritar com um moleque insuportável não é indicativo de sociopatia. A protagonista que aparentemente é feliz com seu casamento, de repente tá dando igual a cadela no cio para o amante, as coisas acontecem de forma atropelada, nada é natural, a sensação que tenho é que faltou filme, como se diversas cenas tivessem sido cortadas, e cenas importantes, que davam mais sentido as atitudes dos personagens, que justificassem as ações que eles iriam tomar lá na frente, isso sem falar da já mencionada psicopatia do Enzo que não foi trabalhada e soou como algo completamente avulso e tirado do vento.
Nunca tive boas impressões dos trabalhos da Hardwicke que já havia assistido, e apesar de todos os pesares, achei esse aqui o melhor longa dela, entre os três que tive oportunidade de assistir, entretanto, apesar da boa condução dos atores, a tesoura aqui estava amolada demais, muitas cenas importantes provavelmente foram podadas na ilha de edição, transformando “Plush” em um retalho. Do ponto de vista erótico, tudo é bem comportadinho, não é bancando o moralista, mas a personagem principal é bem escrota, uma mulher que trai um bom marido, e que ainda tem a cara de pau de ver o amante entrando dentro da casa deles, fazendo amizade com o esposo, brincando com os filhos, e não contar a verdade, é de um mau caratismo absurdo. Temos um final em aberto, mas honestamente, torço para que a Hayley de alguma forma tenha pago pelo erro dela, porque não é justo a mulher destruir uma família se dar bem no final.
“Plush” não é nem de longe o pior exemplo de thriller erótico que temos por aí, a Netflix está lotada de coisas piores, mas também não é de todo um desastre, como disse lá em cima é uma boa história, desperdiçada devido a uma condução atropelada por parte da direção, um filme que talvez funcionasse melhor se entregue a um diretor que mostrasse mais ao invés de apenas insinuar. Existe uma máxima do cinema que diz “não conte, mostre”, e é justamente nesse ponto que Catherine Hardwicke se perdeu, porque ela deixou de mostrar muita coisa, que só enriqueceriam ainda mais seu trabalho, uma pena.
Comecei achando que teria que entrar no clima teen roquerinho kk pra curtir minimamente o filme, mas ele evolui muito, a pegada meio dark e sensual o suspense crescente, a relação da guria com o Enzo misturada a rotina doméstica e familiar da personagem deixou a trama bem legal... na boa filminho bem loko, com músicas boas inclusive .