A história começa em Palermo. Um atentado é preparado e um homem será assassinado.
A ordem parte do Brasil, mas a vítima está na Itália. É Tony Castellamare (Gabriel Braga Nunes), um brasileiro de origem italiana que é suspeito de ligações com a máfia. Mas o crime é interceptado por Téo (Tuca Andrada), delegado da Polícia Federal Brasileira e chefe da operação que investiga uma poderosa conexão do narcotráfico. Numa ação rápida, o delegado impede que Tony morra com a explosão de uma bomba em seu carro, mas não consegue evitar a pior tragédia. A Condessa Marina di Salaparuta (Daniela Galli), a mulher de Tony, e suas filhas gêmeas morrem numa terrível explosão criminosa. Tony não consegue chegar a tempo de impedir que a mulher entre no carro e vê a familia morrer.
Atingido pela tristeza, Tony descobre que a ordem para matá-lo partiu do Brasil e decide se vingar.
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Assisti a novela Poder Paralelo de Lauro César Muniz na TV Record. Direção geral, Ignácio Coqueiro. Eu gosto muito desse autor e queria ver essa novela. Virei fã, mesmo sendo em um horário que raramente vejo novelas, depois das 22h. Também gosto do texto de dois colaboradores: Aimar Labaki e Mário Viana. A novela foi baseada no livro Vendetta de Sílvio Lancelotti que quero ler. Um homem tem sua mulher e duas filhas gêmeas mortas em uma explosão de carro em Palermo. Ele começa então a investigar. Uma trama complexa, bem trabalhada e com um elenco incrível. Os prota-gonistas eram interpre-tados por atores que adoro: Gabriel Braga Nunes, Marcelo Serrado, Miriam Freeland, Paloma Duarte, Tuca Andrada, Gracindo Jr., Nicola Siri, Lu Grimaldi, Patrícia França, Eliana Guttman, Bete Coelho, Cecil Thiré, Adriana Garambone, Maria Ribeiro, Martha Mellinger, Fernanda Nobre, Sonia Guedes, Paulo Gorgulho, Miguel Thiré, Xando Graça, Luiz Guilherme, Ricardo Petraglia, Marly Bueno, Floriano Peixoto, Karen Junqueira, Marcelo Escorel, Manoelita Lustosa e André Bankoff. E ainda outros atores menos conhecidos que gosto muito: Maria Carolina Ribeiro, Adriana Londoño, Luma Costa, Nill Marcondes, João Vitor Silva, Bruno Padilha e Carlos Bonow. Gostei do trabalho de vários atores que não conhecia: Guilherme Boury, Roberto Birindelli, Júlia Sabugosa, Adriano di Carvalho, Leandro Léo, Augusto Zacchi e Lucio Fernandes. Além da trama principal eu gostava de várias histórias como a da personagem da Adriana Garam-bone, reprimida pelo marido e vivendo pela família, ela renasce após descobrir o quanto o marido a traía. Gostava do triângulo amoroso do Tony Castelamare e gostei dele ficar com a Lígia. Outros casais que adorava eram o do Pedro e da Nina, do Dog e da Luísa, da Nícia e do Domi e do Paulo e da Mimi. Adorava a equipe policial e as cenas na delegacia. Adorava o Tucci, gostei muito do ator e o personagem era divertidíssimo. Gostei também do enredo do MCGigante. Poder Paralelo começou em um momento de auge das novelas da Record. Veio em uma época do sucesso de Os Mutantes e Chamas da Vida, o investimento inicial na novela era visível, mas infelizmente a TV Record começou a menosprezar um pouco depois as suas novelas. Chegou A Fazenda e começaram a brincar com os horários das novelas. Eu ligava pra ver Poder Paralelo e já tinha passado, ou eu ficava esperando e caía no sono. Mesmo com muita reclamação do público, nada fizeram. Tirar a novela de ser exibida aos sábados não me incomodou, raramente consigo ver novela nesse dia. Já que a TV Record não passa mais novelas aos sábados, poderiam aproveitar pra reprisar o último capítulo nessa data. Não acredito que o público já tenha se acostumado que o último capítulo das novelas da Record seja na terça-feira e reprisar seria bem simpático. A novela precisou ser esticada, durou um ano e meio, então no momento que ficava só violência, via bem menos, porque achava que a novela se arrastou um pouco nessa época. As cenas de ação eram muito bem realizadas. Não gostava muito dos cenários e figurinos, os cabelos no início da trama também eram estranhos, melhoraram depois. A trama do Guri foi muito bem realizada. Bruno era possivelmente o Guri, mas o Paulo Garcia desejava poder, sair das sombras e ele foi definido como o assassino misterioso ajudado pela Neide e usava a imagem do Guri como identidade dos crimes. Gostei dessa solução. Mas li que fizeram outros finais para quando a novela for vendida ao exterior. Fiquei curiosa pra saber se a ideia original é essa que eu vi ou alguma que irá para o exterior. Eu gosto muito dos papéis femininos criados por Lauro César Muniz, Lígia era jornalista, Fernanda uma famosa atriz de novelas e de teatro, mostraram bastante na novela trechos da peça que ela atuava. Adorava as cenas da novela dentro da novela e as críticas a textos ruins de novelas. Luíza resolve sair do papel de menina mimada e assumir a direção do hotel do pai, uma personagem muito parecida com a realidade, já que ela se atrapalha bastante por conhecer muito pouco de administração. Gostava também da complexidade dos relacionamentos, amar duas mulheres intensamente e não saber com qual ficar, o amadurecimento afetivo da personagem da Maura, o interesse dela pela sua rival a ponto de parecer que se apaixonariam. Muito bom o texto no momento do tribunal, quando questionaram porque a Nina não tinha procurado a polícia para falar dos espancamentos do marido, ela diz que é porque nada acontece. Outros textos no momento do tribunal estavam excelentes. Na verdade todo o texto da novela Poder Paralelo era muito bom. Gostei muito da trilha sonora, pena que não consegui comprar o CD. Adorava a música do Tony com a Lígia, L´Amore Che Viene com Andrea Sisti e Paula Morenlenbaum, mas a canção do Tony com a Fernanda, a bela Insensatez que escolheram com a interpretação da Fernanda Takai, também é linda. A trilha sonora trazia canções mais elaboradas e outras mais populares como Falando Sério interpretada por Maurício Manieri, Amar Assim de Maurício Gasperini e Estou Morrendo aos Poucos do KLB.
Essa foi a única novela da Record que eu realmente gostei.
E não consigo entender essa adoração pelo Gabriel. É muito charmoso sim, passa uma naturalidade sim mas é SUPER inexpressivo
essa novela foi muito bem escrita. é pena que tenha tido tantos capítulos pois isso levou a alguma enrolação na história e é pena que não tenham dado uma estética cuidada, coisa que na altura nao costumavam dar muito as novelas.
Mimimi foi até boa mas é da RECORD. Parem de preconceito gente! Se Globo fosse tão perfeita com suas novelas, não estaria flopando com a sua atual Babilônia, sendo ofuscada por novelas da concorrência.