Aparentemente feitos um para o outro, um casal de jovens namorados abandona sua pequena cidade para viver em Taipei, onde começam a procurar trabalho. Aos poucos, a relação vai se deteriorando frente às dificuldades que encontram no dia-a-dia.
Não sei o que ocorre com o cinema do Hsio-Hsien, eu de coração, tento gostar de sua forma cinematográfica e em teoria tem tudo para me agradar com seu tom naturalista e simplista de observação de seus personagens mas em todo filme do diretor chinês eu invariavelmente me perco, minha mente começa a divagar e acabo saindo de seus filmes com a sensação de que não assisti absolutamente nada. Bonito esteticamente mas de um distanciamento, ao menos pessoalmente, incalculável.
Poeira ao Vento não é um filme ruim, mas me impressiona como desde que assisti Cidade das Tristezas e Mestre das Marionetes, mais nenhum filme do Hou Hsiao-Hsien me conquistou plenamente. Ainda darei mais chances ao diretor, um dos maiores expoentes do cinema chinês, é claro.
Ao mesmo tempo em que permite que verifiquemos o quanto o cineasta Hou Hsiao-Hsien varia de estilo entre um filme e outro, seus mais do que característicos, geniais e encantatórios traços estilísticos estão todos evidentes aqui, num filme que, além de contar uma história (o mais certo seria dizer: várias estórias transgeracionais), retroalimenta o pungente senso estético-observacional dos cineastas orientais acerca das mazelas provocadas pela industrialização globalizada. Beleza de filme. Não é dos melhores do diretor, mas enfeitiça-nos com tanta beleza e sensatez! (WPC>)
Não sei o que ocorre com o cinema do Hsio-Hsien, eu de coração, tento gostar de sua forma cinematográfica e em teoria tem tudo para me agradar com seu tom naturalista e simplista de observação de seus personagens mas em todo filme do diretor chinês eu invariavelmente me perco, minha mente começa a divagar e acabo saindo de seus filmes com a sensação de que não assisti absolutamente nada. Bonito esteticamente mas de um distanciamento, ao menos pessoalmente, incalculável.
nossa que soninho
Poeira ao Vento não é um filme ruim, mas me impressiona como desde que assisti Cidade das Tristezas e Mestre das Marionetes, mais nenhum filme do Hou Hsiao-Hsien me conquistou plenamente. Ainda darei mais chances ao diretor, um dos maiores expoentes do cinema chinês, é claro.
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Ao mesmo tempo em que permite que verifiquemos o quanto o cineasta Hou Hsiao-Hsien varia de estilo entre um filme e outro, seus mais do que característicos, geniais e encantatórios traços estilísticos estão todos evidentes aqui, num filme que, além de contar uma história (o mais certo seria dizer: várias estórias transgeracionais), retroalimenta o pungente senso estético-observacional dos cineastas orientais acerca das mazelas provocadas pela industrialização globalizada. Beleza de filme. Não é dos melhores do diretor, mas enfeitiça-nos com tanta beleza e sensatez! (WPC>)