Compartilhe "Poltergeist III: O Capítulo Final" com seus amigos:
Link copiado para a área de transferência!
Outros títulos
Poltergeist III: Cresce o Pavor - Brasil
Poltergeist III: We're Back - Estados Unidos da América
Poltergeist III: Eles Estão de Volta - Portugal
Poltergeist III: Eles Estão Aí - Portugal
Sinopse
Um terapeuta tenta curar Carol Anne dos traumas deixados por suas experiências apavorantes. Porém, ao remexer em suas lembranças, as forças do mal retornam na pele do Reverendo Kane para ameaçá-la mais uma vez.
Notei que a menininha parecia estranha. Com o rosto muito diferente, desproporcional ao corpo. Na verdade, toda a carga negativa ficou sobre ela desde o primeiro filme.
Pra mim, o terceiro é facilmente o ponto mais baixo da franquia. Ele se distancia muito da essência dos dois primeiros, aquela mistura de família, espiritualidade e terror doméstico simplesmente se perde. A troca do ambiente suburbano por um prédio gigantesco em Chicago muda completamente a identidade do filme. Fica tudo mais frio, mais impessoal… e menos envolvente.
Dito isso, não dá pra jogar fora completamente, porque ele ainda tem alguns momentos que funcionam.A cena dela olhando pra cima do prédio é um exemplo perfeito. Não acontece nada extremamente elaborado, mas a sensação que passa é forte. Tem um peso ali, uma angústia silenciosa que o filme acerta em cheio.
E o final, mesmo sendo meio caótico e até confuso, entrega um espetáculo visual interessante. A questão dos espelhos, das reflexões, das distorções cria um clima meio claustrofóbico, quase como se a realidade estivesse fragmentando. Não é tão impactante emocionalmente quanto os outros filmes, mas visualmente segura a atenção.
O problema maior é que o filme parece meio perdido, não tem a profundidade espiritual do segundo, não tem o impacto e a originalidade do primeiro e também não constrói algo novo com tanta força.
Sinceramente, dá pra sentir que a franquia já tava sendo esticada ao máximo ali. Se a Heather O'Rourke ainda estivesse viva, provavelmente iam continuar explorando sem parar, tipo sequência atrás de sequência, tentando manter a história respirando de qualquer jeito.
Fechando novamente uma revisada a trilogia, Poltergeist, este terceiro filme segue tal qual foi o segundo filme, ambos inferiores ao primeiro, contudo, bons filmes bem produzidos e este terceiro divertido. A menina, Caroll Anne, interpretada pela Heather O'Rourke (aqui mais crescida, cheinha para não dizer gorda e esquisita) é levada a morar com sua tia num belo apartamento numa cidade grande, porém, o seu terapeuta tenta curá-la com sessões de hipinose e acaba remexendo em seus traumas passados atraindo as forças do mal para levar a criança ao mundo dos mortos. O elenco tem gente conhecida como, Tom Skerrit, Nancy Allen e um jovem Lara Flynn Boyle. Zelda Rubinstein marca presença com sua enigmática personagem e sua voz de criança. Achei um bom filme, com bons efeitos especiais da época e até divertido. Passou o bem o meu tempo!
Os espelhos foram uma boa opção para a sequência já desgastada.
Notei que a menininha parecia estranha. Com o rosto muito diferente, desproporcional ao corpo. Na verdade, toda a carga negativa ficou sobre ela desde o primeiro filme.
Achei melhor que o segundo filme e nenhuma das sequencias chega perto do primeiro.
Pra mim, o terceiro é facilmente o ponto mais baixo da franquia. Ele se distancia muito da essência dos dois primeiros, aquela mistura de família, espiritualidade e terror doméstico simplesmente se perde. A troca do ambiente suburbano por um prédio gigantesco em Chicago muda completamente a identidade do filme. Fica tudo mais frio, mais impessoal… e menos envolvente.
Dito isso, não dá pra jogar fora completamente, porque ele ainda tem alguns momentos que funcionam.A cena dela olhando pra cima do prédio é um exemplo perfeito. Não acontece nada extremamente elaborado, mas a sensação que passa é forte. Tem um peso ali, uma angústia silenciosa que o filme acerta em cheio.
E o final, mesmo sendo meio caótico e até confuso, entrega um espetáculo visual interessante. A questão dos espelhos, das reflexões, das distorções cria um clima meio claustrofóbico, quase como se a realidade estivesse fragmentando. Não é tão impactante emocionalmente quanto os outros filmes, mas visualmente segura a atenção.
O problema maior é que o filme parece meio perdido, não tem a profundidade espiritual do segundo, não tem o impacto e a originalidade do primeiro e também não constrói algo novo com tanta força.
Sinceramente, dá pra sentir que a franquia já tava sendo esticada ao máximo ali. Se a Heather O'Rourke ainda estivesse viva, provavelmente iam continuar explorando sem parar, tipo sequência atrás de sequência, tentando manter a história respirando de qualquer jeito.
Fechando novamente uma revisada a trilogia, Poltergeist, este terceiro filme segue tal qual foi o segundo filme, ambos inferiores ao primeiro, contudo, bons filmes bem produzidos e este terceiro divertido. A menina, Caroll Anne, interpretada pela Heather O'Rourke (aqui mais crescida, cheinha para não dizer gorda e esquisita) é levada a morar com sua tia num belo apartamento numa cidade grande, porém, o seu terapeuta tenta curá-la com sessões de hipinose e acaba remexendo em seus traumas passados atraindo as forças do mal para levar a criança ao mundo dos mortos. O elenco tem gente conhecida como, Tom Skerrit, Nancy Allen e um jovem Lara Flynn Boyle. Zelda Rubinstein marca presença com sua enigmática personagem e sua voz de criança. Achei um bom filme, com bons efeitos especiais da época e até divertido. Passou o bem o meu tempo!