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Data de lançamento
20 Julho 2018Duração
Em Oakland, Califórnia, o ex-presidiário Collin (Daveed Diggs) enfrenta os últimos dias de liberdade de condicional antes de acertar as suas contas com a justiça. Quando ele e o amigo Miles (Rafael Casal) presenciam uma troca de tiros envolvendo policiais, eles hesitam sobre a melhor coisa a fazer. O caso expõe as diferenças de pensamentos entre eles e revela os traumas sociais de cada um.
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A premissa é até interessante e as atuações são realmente muito boas, mas o filme se perde completamente. A trama parece que não sabe para onde quer ir e fica dando voltas em diálogos que não levam a lugar nenhum. No fim, a sensação é de que o filme termina exatamente como começou, sem um desenvolvimento real. Cansativo.
Eu sinto calafrios toda vez que lembro daquela cena final do cara fazendo um rap. Aquela foi uma das coisas mais ridículas que já vi na vida. E o diretor provavelmente achou que a cena tava ficando foda. Esse filme teria sid maneiro se tivesse sido um filme sobre crime ao estilo Anthoine Fuqua e David Ayer, ao invés de fazer crítica social.
Blindspotting chega a ser interessante por sua abordagem do racismo, explorando a amizade entre um branco e um negro. No entanto, a história não rende tanto quanto poderia. O roteiro tenta ser reflexivo, misturando comédia com crítica social, mas nem sempre essa combinação funciona. O que poderia ser a maior qualidade do filme acaba se tornando também seu maior problema: ele não se leva tão a sério. Nesse caso, o humor presente em certos momentos tira o potencial da trama, o que acaba deixando a experiência cansativa.
Achei broxante, entendiante e chat nos primeiros 10 minutos deixei rolar enquanto via o celular. Zzzzz
SBT, Tela de Sucessos em 25/06/24
Gostei bastante, sim pode ter suas falhas, mas temos aqui um roteiro linear, contando não só uma historia ,mas sentimentos, medo e impotência, não apenas meramente pré conceito, racismo e racismo !! de uma forma lacração, mas algo que eu que sou de pele branca nunca vou sentir de fato, sim temos no Brasil esse julgamento, mas ainda sim bem menor que nos EUA, que nitidamente as castas se proclamam em publico. Brasil é um País pardo , o pré conceito acaba que vira bem mais social.
Dentro dessa historia , é complicadíssimo debater, é um circulo de pontos e prismas, que ja foram levantados tanto pelos acadêmicos quanto filmes de cunho racial, que gera polemicas e opiniões diversas, que nunca ninguém vai chegar de fato a um final real. O próprio negro americano constrói o estereotipo do medo, que gera incompreensão , por sua vez mecanismo suficiente para pessoas horrendas criarem suas sistemáticas raciais de pré conceito, e o ciclo se segue caótico.
Collin e a figura desse sistema que no filme grita tudo isso, o filme achei bem contundente a crescente de sua dialética, ate o desabafo final com o policial, provavelmente o que cada negro americano alguma vez na vida teve vontade de fazer...botar pra fora sua rima de pressão racial !!