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Eli Smith é um talento prodígio do piano, mas tem uma mãe problemática e viciada. No dia de uma grande audição para um programa de música importante, Eli decide levar sua mãe, Penny, à reabilitação. Ajudados por traficantes de drogas, mãe e filho embarcam numa turbulenta viagem, numa espiral de eventos cômicos e fora de controle. Ao longo do caminho, esse bando de desajustados enfrenta os erros do passado, os desafios do futuro e a possibilidade de amar.
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O filme é daquele tipo de comédia de erros onde um cara comum se coloca de repente em situações que saem do controle mas acabam sendo úteis para que ele reveja alguns conceitos da própria vida no final.
O diferencial do filme é inverter alguns conceitos, como colocar o filho como responsável por encaminhar a mãe drogada para a reabilitação. Essa inversão de papéis oferece várias situações cômicas que são bem aproveitadas dentro da trama. Como a sequência em que a mãe tem que fazer um tutorial para ensinar o filho a agir com os traficantes, ou quando o filho fica chapado pela primeira vez depois de consumir por engano as drogas da mãe.
Jesse Eisenberg e Tracy Morgan tem uma boa troca em cena com personagens opostos vivendo situações de constrangimento que realmente tiram algumas boas risadas.
No fim é um filme razoável que além da comédia ainda mostra um pouco de drama familiar e boa dose de ação. O desfecho sentimental com mensagem otimista também agrada, mostrando um recomeço das relações entre a família após todos os perrengues que passaram.
Sabe aqueles filmes de cotidiano?? incorpora um drama de uma família disfuncional, onde todos tem problemas, vemos um pouco do Eli e meio que ate construímos da pequena e seu fantoche, mas é a mãe quem é portadora do pior, e temos um vislumbre narrativo do pai que me parece ser o pivô de muita coisa dessa família nada tradicional...
Talvez o que peque aqui é que nao fica nem na comedia, e nem em um drama propriamente dito por que e cheio de situações inusitadas, e pessoas esquisitas, sinceramente nao deveria nem ser chamado de comedia, de tão uma historinha surreal que é...no máximo é divertido, eu pelo menos curti .
As suas devidas proporções me fez lembrar de Gilbert grape, pela questão do filho que e o pilar de sustentação, a pressão, e vontade de voar, mas esta preso a questão de inversão de maturidade, o filho ser obrigado a cuidar da mãe, mas Gibert e infinitamente mais filme,so lembra um pouco o cerne...
Filme de comédia que não é engraçado, filme de drama que não tem drama
Tem uma vibe indie da moda que pegou em alguns filmes antigamente. Passatempo, mais ou menos mais pra menos do que mais. rs
Alguns filmes simplesmente não deveriam existir, este é um deles. O que leva alguém a produzir algo tão medíocre assim?
Pra não dizer que é um lixo completo, a peça tocada na audiência é boa.