Jannicke acorda no hospital. Todos os seus amigos estão mortos. Como ela anda através de corredores escuros, acha que foi deixada sozinha. Mas o pesadelo ainda não terminou...
Assim como no primeiro, filme de uma franquia pra quem sabe o que vai e encontrar, pra público cativo, que curte esse tipo de enredo. E se viu ambos os primeiros, recomendo ver o terceiro. Mas não se preocupe, o terceiro filme não vai ressuscitar novamente o Jason Norueguês...
🏥 *Enredo & Estória* A continuação começa exatamente onde o primeiro termina. Janni é encontrada vagando na neve, traumatizada, e levada para um hospital isolado. Ao relatar o massacre à polícia, uma equipe retorna à montanha e descobre não apenas os corpos de seus amigos, mas também o do assassino.
O choque vem quando, no hospital, o corpo do assassino é reanimado durante os procedimentos médicos. O que deveria ser um local de cura se transforma em novo palco de carnificina. Presa à maca, impotente, Janni revive o pesadelo enquanto o assassino inicia outra sequência de mortes — envolvendo pacientes, policiais e funcionários.
O filme amplia a mitologia ao revelar mais corpos na fenda do gelo, aprofundando a dimensão dos crimes. O hospital substitui o hotel, mas mantém o isolamento e a claustrofobia.
🎭 *Atuações* Aqui está um dos pontos mais fortes: *Ingrid Bolsø Berdal* entrega uma atuação muito mais intensa do que no primeiro filme. Sua Janni está marcada, traumatizada, mas também mais determinada. Ela não é apenas sobrevivente — é alguém que decide enfrentar o mal.
Os personagens secundários cumprem seus papéis dentro da lógica do slasher, mas o foco emocional está totalmente nela. O delegado acrescenta uma camada investigativa interessante, ainda que não profundamente explorada.
🎥 *Produção & Fotografia* A mudança de cenário para o hospital traz um clima mais claustrofóbico e sombrio. A fotografia aposta em corredores frios, luzes artificiais e sombras densas. O ambiente hospitalar aumenta a tensão, pois transforma um espaço seguro em armadilha.
A produção é mais dinâmica que a do primeiro filme, com ritmo mais acelerado e maior número de vítimas.
✨ *Efeitos Especiais* Os efeitos continuam simples, mas mais presentes do que no primeiro. Há mais corpos, mais confrontos e cenas mais diretas de violência. Ainda assim, permanece dentro de um terror “light”, sem exageros gráficos extremos.
🔪 *Clímax* O final traz um tom quase épico: Janni retorna ao hotel para enfrentar o assassino. A preparação lembra personagens como Rambo ou heróis de ação clássicos — uma sobrevivente que decide não fugir mais. Esse momento dá força simbólica ao desfecho.
🎬 *Filmes semelhantes:*
* Halloween II (pela continuidade imediata e cenário hospitalar) * Sexta-Feira 13 - Parte 2 * Pânico 2
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⚖️ *Avaliação Final — Vale a pena assistir?* Presos no Gelo 2 supera o primeiro em tensão e ritmo. A atmosfera hospitalar intensifica o suspense e a protagonista ganha mais profundidade. Ainda não é um terror revolucionário, mas é mais sólido, mais direto e emocionalmente mais envolvente.
Para fãs do primeiro filme, é praticamente obrigatório. Para fãs de slasher, é uma sequência competente e mais madura.
Assim como no primeiro, filme de uma franquia pra quem sabe o que vai e encontrar, pra público cativo, que curte esse tipo de enredo. E se viu ambos os primeiros, recomendo ver o terceiro. Mas não se preocupe, o terceiro filme não vai ressuscitar novamente o Jason Norueguês...
...que tomou um tiro de 12 na cara pra estragar qualquer velório
Sequência desnecessária mas até divertida. A burrice dos personagens é basicamente o enredo do filme. Jannicke a única pessoa sensata.
No começo prometia, mas depois nada pareceu funcionar, se perdeu, ficou sem sentido, e ficou bem chato, tanto que perdi o interesse.
É um filme para passar o tempo, entretêm mas é esquecível. A burrice dos personagens é agonizante em certos momentos (quase todos os momentos)
Presos no Gelo 2 / Cold Prey 2)*
*Ano de lançamento:* 2008
*Duração:* 90 minutos
*Gêneros:* Terror • Suspense • Slasher
*Elenco principal:*
* *Ingrid Bolsø Berdal* — Jannicke (Janni)
* *Marthe Snorresdotter Rovik* — Aud
* *Kim S. Falck-Jørgensen* — Herman
* *Johanna Mørck* — Camilla
* *Fridtjov Såheim* — Delegado
(Sequência direta de Fritt Vilt)
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🏥 *Enredo & Estória*
A continuação começa exatamente onde o primeiro termina. Janni é encontrada vagando na neve, traumatizada, e levada para um hospital isolado. Ao relatar o massacre à polícia, uma equipe retorna à montanha e descobre não apenas os corpos de seus amigos, mas também o do assassino.
O choque vem quando, no hospital, o corpo do assassino é reanimado durante os procedimentos médicos. O que deveria ser um local de cura se transforma em novo palco de carnificina. Presa à maca, impotente, Janni revive o pesadelo enquanto o assassino inicia outra sequência de mortes — envolvendo pacientes, policiais e funcionários.
O filme amplia a mitologia ao revelar mais corpos na fenda do gelo, aprofundando a dimensão dos crimes. O hospital substitui o hotel, mas mantém o isolamento e a claustrofobia.
🎭 *Atuações*
Aqui está um dos pontos mais fortes: *Ingrid Bolsø Berdal* entrega uma atuação muito mais intensa do que no primeiro filme. Sua Janni está marcada, traumatizada, mas também mais determinada. Ela não é apenas sobrevivente — é alguém que decide enfrentar o mal.
Os personagens secundários cumprem seus papéis dentro da lógica do slasher, mas o foco emocional está totalmente nela. O delegado acrescenta uma camada investigativa interessante, ainda que não profundamente explorada.
🎥 *Produção & Fotografia*
A mudança de cenário para o hospital traz um clima mais claustrofóbico e sombrio. A fotografia aposta em corredores frios, luzes artificiais e sombras densas. O ambiente hospitalar aumenta a tensão, pois transforma um espaço seguro em armadilha.
A produção é mais dinâmica que a do primeiro filme, com ritmo mais acelerado e maior número de vítimas.
✨ *Efeitos Especiais*
Os efeitos continuam simples, mas mais presentes do que no primeiro. Há mais corpos, mais confrontos e cenas mais diretas de violência. Ainda assim, permanece dentro de um terror “light”, sem exageros gráficos extremos.
🔪 *Clímax*
O final traz um tom quase épico: Janni retorna ao hotel para enfrentar o assassino. A preparação lembra personagens como Rambo ou heróis de ação clássicos — uma sobrevivente que decide não fugir mais. Esse momento dá força simbólica ao desfecho.
🎬 *Filmes semelhantes:*
* Halloween II (pela continuidade imediata e cenário hospitalar)
* Sexta-Feira 13 - Parte 2
* Pânico 2
---
⚖️ *Avaliação Final — Vale a pena assistir?*
Presos no Gelo 2 supera o primeiro em tensão e ritmo. A atmosfera hospitalar intensifica o suspense e a protagonista ganha mais profundidade. Ainda não é um terror revolucionário, mas é mais sólido, mais direto e emocionalmente mais envolvente.
Para fãs do primeiro filme, é praticamente obrigatório. Para fãs de slasher, é uma sequência competente e mais madura.
⭐ *Nota final:* 7 / 10