A drab woman scientist, working on machine to harness solar energy, and a pert concert singer look-alike being courted to play her in a movie swap identities and find personal growth, professional success, love, and happiness.
Entre a seleção de filmes soviéticos que a TV Brasil vem exibindo há alguns musicais, uns voltados para o drama e outros para o humor. Essa comédia musical aqui é meio chatinha, não curti muito não, valeu apenas como curiosidade.
sinopse: A sequência de abertura de "Primavera" marca o ritmo febril da reconstrução do país no início do pós-guerra, período em que se situa o enredo do filme: uma sucessão de quiproquós que leva artistas e cientistas a superar preconceitos mútuos, aprendendo a conhecer melhor o papel de cada um na sociedade.
Muito estranho o humor soviético, ainda sob a égide stalinista (risos): nalguns sentidos, este filme corresponde a uma traição dos ensinamentos eisensteinianos concedidos ao diretor, mas a atriz principal é muito boa, e mergulha fervorosamente num papel duplo que expõe, inclusive involuntariamente, as mazelas limitadoras do excesso de controle ideológico. O roteiro, neste sentido, é de uma ingenuidade atroz, e muitas situações pretensamente divertidas (vide a tia da cientista e suas conquistas amorosas escondidas no armário) se perdem em meio aos quiproquós forçados para quem não está acostumado àquela lógica de comitês, cooperativas e separação delimitada entre arte e trabalho científico. Mas o desfecho é bem explícito em seu ponto de defesa - e a canção-tema é uma fofura (risos) - Haja primavera!!! (WPC>)
Entre a seleção de filmes soviéticos que a TV Brasil vem exibindo há alguns musicais, uns voltados para o drama e outros para o humor. Essa comédia musical aqui é meio chatinha, não curti muito não, valeu apenas como curiosidade.
sinopse: A sequência de abertura de "Primavera" marca o ritmo febril da reconstrução do país no início do pós-guerra, período em que se situa o enredo do filme: uma sucessão de quiproquós que leva artistas e cientistas a superar preconceitos mútuos, aprendendo a conhecer melhor o papel de cada um na sociedade.
Muito estranho o humor soviético, ainda sob a égide stalinista (risos): nalguns sentidos, este filme corresponde a uma traição dos ensinamentos eisensteinianos concedidos ao diretor, mas a atriz principal é muito boa, e mergulha fervorosamente num papel duplo que expõe, inclusive involuntariamente, as mazelas limitadoras do excesso de controle ideológico. O roteiro, neste sentido, é de uma ingenuidade atroz, e muitas situações pretensamente divertidas (vide a tia da cientista e suas conquistas amorosas escondidas no armário) se perdem em meio aos quiproquós forçados para quem não está acostumado àquela lógica de comitês, cooperativas e separação delimitada entre arte e trabalho científico. Mas o desfecho é bem explícito em seu ponto de defesa - e a canção-tema é uma fofura (risos) - Haja primavera!!! (WPC>)