Steven Shorter é o maior astro da música britânica. Ele é ouvido por todos, de adolescentes a velhos. Todos na Inglaterra o amam. Até que seus produtores e empresários começam a usar sua popularidade para projetos econômicos dos mais variados. Enquanto Steven perde sua individualidade e se torna um produto, sua posição de ícone será util para os setores mais conservadores da sociedade do Reino Unido: a Igreja e o Estado querem usá-lo para combater o ateísmo e o comunismo, tornando-o um instrumento do fundamentalismo religioso e de um nacionalismo de cunho fascista.
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Hoje temos as instituições e a mídia completamente à esquerda, tudo que era oposição e promessa de algo melhor está no poder cagando regra e destruindo os pilares que sobraram da civilização, enquanto isso você se entorpece, se degenera em depressão e falta de perspectivas, e ainda perdeu a posição de outsider porque agora você é só mais uma parte do sistema, parabéns pelo resultado seu otário.
Revi agora em DVD, tinha assistido pela TV há décadas de anos atrás. Achei excelente a performance (quase que apenas visual) de Paul Jones (vocalista da banda Manfred Mann, nos anos 60). A modêlo (e ex-namorada de Mick Jagger) Jean Shrimpton está realmente belíssima no filme, quase uma cópia perfeita de Jacqueline Bisset. Bom drama!
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A crítica aos setores conservadores e a alienação da sociedade britânica é feita de forma brilhante, mas confesso que o filme me cansou em alguns trechos. É sim um bom filme, embora pudesse ser um pouco mais curto. Só tenho que falar uma coisa: essa Jean Shrimpton é a mulher mais bonita que eu já vi em cena.
Ahhhh as instituições!..Sempre envolvidas! Seja em cunho político, social, econônio ou religioso.Ahh...a midia, o quarto poder, sua forma de manipular, entreter,enganar. Ahh..o egocentrismo, a solidão, o egoísmo, a sociedade do ter, a idolatria medíocre.Parece temáticas de um longa atual? Mas não é! Foi feito há quase 50 anos atrás...mas com um poder visionário fantástico que talvez a maioria de época nem entendeu! Por isso e imperdível este "Privilégio".