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La Salle, Louisiana. O xerife Darl Hardwick (Billy Bob Thornton) recebe uma ligação sobre um acidente, ocorrido em uma estrada próxima. Darl constata que um caminhão caiu em uma vala, pois o motorista tentou se desviar de uma mulher que estava no meio da estrada. Como o motorista está em situação irregular, Darl distribui a carga, que era composta de sapatos, entre os moradores da região, como uma forma de propaganda política, pois quer se reeleger. Começam então a surgir os problemas: primeiramente a mulher que estava no meio da estrada é achada morta. Quando o corpo da vítima é examinado, o patalogista conclui que ela tinha acabado de morrer e que a causa da morte é que ela foi baleada, ou seja, enquanto os sapatos estavam sendo distribuídos ela agonizava ali perto. Mas o mais surpreendente é que ela não era uma mulher e sim um transexual. Logo aparece Scarlett (Patricia Arquette), uma desconhecida de Nova Orleans que identifica a vítima como Mona e diz que a morta (ou morto) era seu marido. O preconceito reina na pequena comunidade e ninguém parece levar seriamente este crime. Os políticos locais, incluindo um poderoso juiz, estão preocupados com as eleições e em construir um cassino na cidade, assim querem manter este assassinato esquecido, pois se a morte de transexual na localidade chegasse aos jornais poderia atrapalhar os planos deles. Apesar dos próprios preconceitos de Darl, ele se acha atraído por Scarlett e começa a investigar o caso. Como isto é contra diversos interesses, ele é acusado de ter seduzido uma jovem de 15 anos e acaba sendo preso, posteriormente também perdendo o emprego. Quando é libertado, descumpre os termos da condicional e investiga o crime por conta própria.
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04.01.2006
Um xerife inicia uma investigação sobre a morte de um transexual local após ouvir que políticos do alto escalão local podem ter estado envolvidos. Embora ele seja homofóbico, sua investigação o faz ser rejeitado pelos moradores da cidade, forçando-o a buscar ajuda das pessoas que ele despreza. Seu excelente elenco e sua forte e silenciosa estrutura dramática criam um conto absolutamente fascinante falando de questões como a corrupção política, o assassinato em pequenas cidades, a sua interpretação da lei, do compadrio e os crimes sexuais, motivados pelo medo execrável de se por frente a frente com os diferentes e para isso silenciar os dissonantes, a qualquer preço não soa absurdo para a cidadezinha sulista norte-americana e para tantas outras que acolá e aqui, no Brasil também, fazem vistas grossas a essa violência qualificada. Além disso, seu elenco eminente em ambos os protagonistas e apoiadores está no topo de sua forma com retratos de personagens perfeitamente adequados a seu estilo e presentes. A corrupção política nas pequenas cidades do Sul não é nenhuma surpresa - seria uma se não houvesse nenhuma. A cidade do Sheriff Darl (Billy Bob Thornton) não é a exceção e parte do que está errado é sua própria maneira corrupta de aplicar a lei. Como quando um caminhão se acidenta e a carga ele distribui para seus amigos na cidade. E, ele faz isso mesmo depois que seu delegado encontra o corpo da mulher cuja raia atravessou a rodovia causando o acidente. Isto é descontraído e contra-atacado, ou o quê? Imagine a perplexidade do pessoal forense local quando se descobre que a pessoa morta não é tão claramente uma mulher, mas um indivíduo trans com grande beleza, principalmente da variedade feminina. Bem, Darl, como já vimos, dirige seu escritório da maneira que ele vê, entende e decide, o tal manda chuva; e manter os seus superiores fora dos assuntos locais é apenas seu estilo, que o torna popular e poderoso; enfim, parece ser um tendência, mais que moda portanto. Mas, quando outra bela mulher com o nome de Scarlett (Patricia Arquette) aparece em seu escritório à procura de seu "marido", que se revela ser a pessoa trans morta, Darl não está especialmente ansioso para chamar a atenção de agências externas para suas deficiências; como ficaria seu controle absoluto sobre a "sua" cidade? Seu modo de investigar é pouco mais do que um pretexto para deixar tudo isso simplesmente morrer. Mas, não tão rápido. Quando o juiz, o governador do estado e outras pessoas poderosas ameaçam a reeleição de Darl com uma transgressão escancarada e obtusa, e quando ele descobre que a pessoa trans atuou em sua pequena festa pouco antes de ser baleada, Darl aparece um pouco na investigação, buscando alguma vingança por ter sido enganado. O fato de ele estar infelizmente divorciado da promotora local Carla (Sela Ward) e de ter um irmão gay afastado dirigindo uma loja de vídeo de sex shop em Nova Orleans acrescenta complexidades coloridas a esse filme de caráter constantemente fascinante com um ritmo que combina com o estilo da boa e velha comunidade de garotos que descreve. O lado negativo é a dificuldade que algumas pessoas terão em se importar muito com um homofóbico e racista tão repugnantemente tacanho e crápula. Mas o quadro é, em parte, sobre algumas grandes transformações que ele tem que fazer em seus preconceitos de toda uma vida e que ele tem que fazê-las por meio da exposição inevitável ao tipo de estilos de vida que sempre denegriu; faz de sua jornada uma peça de história convincente e absolutamente interessante; para salvar sua pele ele tem se "aliar", momentaneamente certamente, com o que despreza desde sempre! A única diferença entre um policial e um criminoso é o Crachá. Não raras vezes, a diferença se torna igualdade e o crachá se transforma em uma arma...ótimo filme!
Um dos piores filmes que eu já vi. Os cortes são horríveis, o roteiro é desconexo, os diálogos são sem criatividade. A atuação do Billy Bob é outro ponto negativo
Esse é um que está na minha lista de quero ver faz tempo.
Preciso baixar.
bom filme bem Supercine.