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Na Londres de 1964 Jimmy Cooper é um membro de uma gangue Mod - jovens bem vestidos que dirigem vespas Lambretta. Os mods estão sempre brigando com os Rockers, que vestem jaquetas de couro e dirigem motocicletas. Desiludido com seus pais e seu emprego, Jimmy só encontra uma válvula de escape para sua angústia adolescente quando está com seus amigos mods Dave, Chalky e Spider. Um feriado de três dias é a desculpa para a rivalidade entre as duas gangues chegar às vias de fato, enquanto ambas descem para a cidade litorânea de Brighton para o confronto definitivo.
Quadrophenia é uma reflexão sobre a Grã-Bretanha pré-Tatcher, documentando o narcisismo movido a anfetaminas da cultura jovem dos anos 60, tudo isso ao genial som de The Who.
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Na revisão, achei o filme bem mais suportável: entendi que a proposta é estender as situações, de fato, priorizando muito mais as percepção de um estado (que engendra a súbita e permanecente revolta) que as situações em si. O protagonista é chato e duvidoso em sua rebeldia intransigente, mas há algo no desfecho em aberto que ressignifica o processo, ainda que eu não goste do tratamento externo concedido ao personagem de Sting. Fiquei com vontade de ouvir o disco na íntegra, para verificar a coesão existente entre as canções - ótimas, diga-se de passagem. Se as músicas fossem mais inseridas na trama, o filme funcionaria melhor, como um musical tradicional, mas, da maneira como foi filmado, The Who surge como a nada favorita do personagem principal, e o tom é de bajulação. Mas foi bom de conferir pela segunda vez. Guardarei o DVD com carinho, para novos contatos vindouros... (WPC>)
Filme maneiro demais, o retrato de uma geração e seus devaneios juvenis, embalados por muito rock roll, e o ranger das lambretas, o filme nos insere de um tal jeito no caldo cultural da época a qual se discorre a trama. Muito bem produzido e legal de acompanhar, sem dizer a nostalgia, mesmo pra quem não viveu aquela época, mas sente a mensagem (...). Encontrei do nada e me perguntado porque nunca tinha ouvido falar. FILMÃO!
É um filme que depende muito de identificação com a personagem principal e também com o contexto que é muito diferente daquele em que vive nesta idade , logo um filme que pessoalmente foi muito distante.
Depois que uma lei exigindo a instalação de pelo menos um espelho em motocicletas foi aprovada, os mods adicionaram 4, 10, 32 espelhos a suas scooters como forma de zombar da nova lei.
Duas gangs de adolescentes lutam entre si na Londres dos anos 60 em função da passagem do rock and roll para o rock. Tecnicamente interessante, o filme chega a ser maçante, principalmente em função de sue personagem principal, que não cria identificação, mas que faz sentido se pensarmos em como o movimento punk vai desabrochar na década seguinte. A trilha sonora é ótimo, com músicas de vários grupos e com destaque para o The Who, que produziu e baseou o filme em seu disco. Sting faz uma aparição e mostra que como ator ele deveria continuar sua carreira de cantor. Bela sequência final.